sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

EU NÃO SOU CACHORRO NÃO

O cineasta francês Luc Besson agradece a Matteo Garrone nos créditos finais de "Dogman". porque seu colega italiano já havia lançado, em 2018, um filme com o mesmo nome. Os dois longas têm mais pontos em comum do que o título: em ambos, o protagonista é um homem marginalizado, envolvido com o crime, que tem paixão por cachorros e por eles é retribuído. Também há um tom de fábula nas duas obras, mas Besson estica a corda até passar do limite do verossímil. Seu "homem-cão" foi trancado ainda criança numa jaula com outros totós pelo pai sádico, sob os risos do irmão mais velho. Só saiu de lá anos depois, coberto de imundícies e com um defeito na perna. Na vida adulta, ele se torna uma drag queen de sucesso, mas só paquera mulheres. E assalta casas de ricos com a ajuda de sua matilha, que cresce sem parar. Há muitas cenas exageradamente violentas, e alguns momentos ternurinha com a cachorrada. Mas o melhor de tudo é a atuação de Caleb Landry Jones, um ator que eu não conhecia e que agora vou acompanhar com atenção. Ah, sim, e qual dos dois "Dogman" é o melhor? O do Garrone.

7 comentários:

  1. De violência, já chega aquele PSICOPATA chamado QUENTIN TARANTINO. Tô fora.

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  2. Gostei do título, um clássico do BREGA, na voz do folclórico Waldick Soriano.

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  3. Madonna tá ótima no cartaz.

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    1. Não,é a Madonna-é a Luisa Sonza.

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    2. Não é a Madonna.É a Luísa Sonza,mesmo.

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  4. Acho que não gosto de nenhum filme do Luc Besson.

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  5. Tava lendo o post e… well that escalated quickly.

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