domingo, 10 de dezembro de 2023

MONTANHAS DE CORES

Eu nunca havia entrevistado um artista plástico, e conhecia pouco da obra de Antonio Peticov. Mas recebi esta missão da coluna da Mônica Bergamo, e lá fui eu para a galeria Estufa, na Vila Madalena, aqui em São Paulo. Hoje em dia eu já aprendi que uma hora de conversa mais do que bastam, caso contrário terei que cortar muito para que o texto caiba no espaço disponível. Mas o papo com Peticov foi vertiginoso: ele fala rápido, envereda por vários assuntos ao mesmo tempo e tem muitas coisas engraçadas a contar. Sua exposição "Montanha Sagradas - Transcendências" traz telas de picos icônicos ou imaginários em cores surpreendentes. Um personagem interessante, que eu gostei de conhecer. Só espero que a entrevista tenha dado conta da avalanche.

2 comentários:

  1. O Mio Babbino Caro
    "Picos icônicos e imaginários"

    "Meu conceito parece, à primeira vista,
    Um barrococó figurativo neo-expressionista
    Com pitadas de arte nouveau pós-surrealista
    calcado da revalorização da natureza"
    E olha que daqui a pouco vou voltar à Bienal em seu último dia.

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  2. O problema do Antônio Peticov é a sua irregularidade. Capaz de produzir pinturas fascinantes e geniais quando usa a GEOMETRIA espacial (não a geometria analítica, que não é tridimensional), alterna com telas multicoloridas simplesmente horrorosas. Mesmo assim é bastante reconhecido nos Estados Unidos e na Itália. Já no Brasil é completamente ignorado pela crítica. Um ilustre desconhecido.

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