sexta-feira, 13 de outubro de 2023

VAI COMEÇAR O LEILÃO

Um homem é atraído para um hotel isolado, na expectativa de deflorar uma moça que vendeu sua virgindade na internet. Chegando lá, ele é preso, amordaçado e, ainda vivo, colocado em leilão. Um bando de compradores, alguns desesperados, disputam seus órgãos, do coração à pele. Só isto já seria uma premissa e tanto para uma série, mas "Barganha" vai além. Um terremoto reduz o hotel a escombros, e os sobreviventes têm que praticamente lutar entre si para escapar. Entre eles estão o homem que ia ser leiloado, a falsa prostituta que o aliciou e um rapaz que comprou um de seus rins. Os três se odeiam entre si, e todos que eles encontram pelo caminho também querem matá-los. Com apenas seis episódios, essa minissérie sul-coreana, disponível no Paramount+, pinta um retrato pessimista (realista?) da humanidade. Também é um prodígio técnico. É toda filmada em longos planos-sequência, sem cortes, alguns ocupando um episódio inteiro. Se estivesse na Netflix, "Barganha" já seria uma febre. Vale a pena correr atrás.

5 comentários:

  1. Não vi a lógica dos sobreviventes do prédio destruído pelo terremoto quererem matar uns aos outros.

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  2. Sempre que quebrei meu carro, cai na pista de Ski, ou em situações piores teve alguém pra ajudar de graça claro existem aqueles que querem te ferrar mas esses acredito sofrem de doença mental. 20 anos atrás a Coreia era considerado um país de quinta inferior ao Japão e a China e outros asiáticos veja eles agora que exemplo pro Brasil que desperdiça seus talentos

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    1. 00:35-Pelo jeito,essa tal Coréia do Sul não
      é essa Coca-Cola toda,não.kkkkkkkkkkkkk

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  3. O legal da cultura e entretenimento sul-coreano é que são universais, qualquer pessoa no mundo pode gostar diferente das brasileiras, que parecem ser feitas apenas para brasileiros.

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