sábado, 2 de setembro de 2023

FLEXIBILIZANDO AS PREFERÊNCIAS

Eu nunca tinha ouvido falar de "One Piece" até visitar o Tudum, o evento promocional que a Netflix realizou em São Paulo no final de junho. A instalação era um navio pirata, e eu achei que o nome era curioso para uma série do gênero. Só depois aprendi que é a primeira adaptação em "live action" do mangá mais vendido de todos os tempos, e que a galerinha nerd é obcecada pelas aventuras de Monkey D. Luffy e sua turma. Na quinta passada, sem saber o que ver, dei uma chance ao primeiro episódio. E não é que eu gostei? Claro, é uma bobajada para garotos de 14 anos, mas a produção é fabulosa, a violência, palatável, e os roteiros, movimentados e engraçados. Percebi que, de vez em quando, meu gosto pessoal tem que ser como o corpo do protagonista: bem flexível.

8 comentários:

  1. O desenho tb baseado no mesmo manga e lançado em 1999 está no episódio 1071 e sem previsão de um fim próximo. Logo, por falta de conteúdo, a Netflix não cancela essa série tão cedo.

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  2. Acho que o correto é Monkey D Luffy

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  3. Ai, Tony... vou fazer a maluca...
    Estava lendo agora o instagram do Hugo Gloss rsrs (hora do descanso), e haviam duas publicações parecidas mas com comentários totalmente diferentes: A Preta Gil mandou lenha no ex dela e o pessoal (em especial as mulheres, teciam comentários acolhedores) e o do Marcus Majella tb descascando o ex, tem gay saindo do esgoto para ofender o cara, dizendo que se ele queria um "padrão" (odeio essa expressão) tem mais que passar por isso mesmo. Quando nós gays nos tornamos tão escrotos assim uns com os outros? O Majella por ser um ex-gordo não pode ter algum tipo de atrativo que não fama e dinheiro...
    Somos só um pau que levanta para quem desejamos sem qualquer outra possibilidade de conexão?
    Tem um vídeo do produtor de pornografia Luís Coppini, um gatão, em que ele pede que parem de atacar os parceiros de vídeo dele, pois atacam sob alegação de que eles seriam feios... um "padrão" pedindo razoabilidade as pessoas (e imagino que muito desses que estao atacando, hummm, nao devem ser deuses gregos) Quer dizer se não formos o Reynaldo Gianechinni é para ofender o outro?A pessoa não tem dignidade, não pode ser de alguma outra forma interessante?
    Rapaz, será que os homofóbicos têm razão? Será que não somos humanos?
    Vc viu o vídeo do ator atacado pelo gay enrustido, a inércia do porteiro...
    Desculpa, Tony, mas em meia hora fiquei atônito com a "comunidade". E sinto falta de seus comentários sobre a viadagem!

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    1. Isso aqui não é blog de fofoca.E essa
      palavra "viadagem" é muito usada
      pelos Malafaias da vida.Xô!!!!!kkkkkkk

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    2. Ler Instagram de fofoqueiro de sub-
      celebridades e republicar o que ele
      disse aqui?O Tony é gay,mas não é
      fofoqueiro jeca,é jornalista,tio.kkkkkk

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    3. Eu não sou gay. Mas vc tem toda razão em seu comentário. Eu sinto o mesmo. Tenho amigos gays e que se sentem ofendidos, por outros. A medida em que vamos tendo essas percepções, a humanidade vai sendo salva. Falando nisso, eu culpo as redes sociais; que liberaram a escravidão. Fica legal xingar é aconselhar por trás do conforto dos teclados e das #. Ns verdade nos pessoas, sempre tivemos o espírito dos linchadores e apedrejados. Desde a idade média. Vai aquém. Das questões de gêneros. Aquém das diferenças ideológicas. Há pessoas sensatas como vc, acordando para a real. E que mais possam acordar tbm e dar uma de louca, não tem problema. É até: saudável.

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    4. 20:05-Textão de Facebook chato
      respondendo a textão de Facebook
      chato.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  4. Eu nunca assisti o anime ou li o mangá. Assisti sem saber nada. E gostei muito. A Netflix não economizou na produção e os personagens são carismáticos. É divertido e gostoso entretenimento. E é isso que o povo quer.

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