terça-feira, 15 de agosto de 2023

ROCK'N'ROLL ALL NIGHT AND PARTY EVERY DAY

Eu vivi intensamente os anos de ouro da gravadora Casablanca, que foram poucos e cioncidiram com a minha adolescência: de 1974 a 1980. Dois dos meus artistas favoritos, Kiss e Donna Summer, eram de lá. A história da gravadora independente de maior sucesso de todos os tempos, regada a champagne, cocaína, rock'n'roll e disco music, daria um filme interessante. Infelizmente, esse filme não é "A Era de Ouro", em cartaz nos cinemas. Trata-se uma cinebiografia de Neil Bogart, o fundador da Casablanca, escrita e dirigida por seu filho Timothy Scott Bogart. Já deveria haver uma lei regulando roteiristas que dirigem seus próprios roteiros, pois os caras acham genial tudo o que escreveram e não cortam absolutamente nada. filhos que escrevem e origem roteiros sobre seus próprios pais, então, é caso para uma PEC. Pois Timothy  eleva Neil ao patamar de Freddie Mercury ou Elton John, como se ele fosse um superstars que até a sua mãe conhece. E dá-lhe detalhe desinteressante sobre a vida pregressa o sujeito... A Casablanca acumulou dívidas logo de cara, mas levou apenas um ano para estourar. No longa, parece que foi uma década de desespero... Para piorar,  a produção conseguiu os direitos de algumas composições famosas, mas não das gravações originais. Tudo teve que ser regravado, sem o menor brilho. A escalação do elenco também deixa a desejar. A atriz que faz Donna Summer canta pacas, mas como não posso dizer que ela é gorda demais para o papel, então não vou dizer. Só direi que, naquela época, Donna era um sílfide.

3 comentários:

  1. O seu silêncio a respeito do caso Larissa Manoela é ensurdecedor

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu falei meia hora sobre o caso Larissa Manoela no programa Splash do UOL de segunda-feira passada.

      https://www.youtube.com/live/lQiSbyqs71I?feature=share

      Excluir