sábado, 5 de agosto de 2023

AJUSTANDO A SAIA

Conheço a Astrid Fontenelle há mais de 30 anos, desde que inaugurou a MTV Brasil. Nunca fomos muito próximos, mas agora eu tenho a sensação de conhecê-la de trás pra frente. Passei três horas no apartamento dela aqui em São Paulo, entrevistando-a para a coluna de domingo da Mônica Bergamo. Astrid me contou sua vida inteira, as idas e vindas da carreira, os amores, o processo de adoção do filho Gabriel. Quase que daria para preencher um livro, mas tive que cortar muita coisa para caber na página do jornal. Vários causos e fofocas de bastidores, que um dia verão a luz do dia. Mas não, nenhuma palavra contra a Gabriela Prioli. A conversa rolou antes do mini-barraco entre as duas, e quem disse que elas ficaram de mal? Dá pra discordar e continuar de boas, bi.

9 comentários:

  1. Poxa que saudades da mtv Brasil nunca mais mesmo vai voltar esse nível de ingenuidade na tv nem no YouTube culturalmente mesmo da geração Coca Cola pra cá tudo piorou

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  2. Essa Gabriela Prioli é a chatinha sabe-tudo que faz aquela cara de tédio quando discorda de algo (sempre). Ela quis dar uma de isentona quando criou uma discussão com a Astrid e mostrou que é uma mala. Por ela a ala das baianas seria composta por loiras de chapéu de aba larga e calça apertada com fivela country já que as tradições estão sempre em movimento.

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    1. Chatérrima. Hoje não tem ninguém na mídia mais insuportável que ela

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    2. 11:54-A tal Prioli não gosta de música
      sertanoja.Deve gostar de música
      eletrônica,mesmo.Ela não é do interior.

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    3. Chata igual a Djamila Ribeiro?

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    4. 23:16-Não,a Gagá Prioli é uma
      patricinha.Não gosta de cultura
      popular como a Djamila.

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    5. Ninguém se compara a Djamila no quesito chatice. Quem se aproxima com méritos é essa Prioli.

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  3. Eu achei que o mini-barraco era brincadeira. Foi real?
    Astrid parece ser uma delícia, uma daquelas pessoas que parecem ser "descontruídas" de verdade, algo raríssimo no Brasil, a maioria finge.
    Não a toa aquele programa do aeroporto dela fazia sucesso, ela fazia parecer especial, histórias que eram triviais...

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  4. Eu gosto da Gabriela Prioli, mas como toda pessoa de São Paulo, falta um pouco de auto-crítica com a paulistanice excessiva.

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