domingo, 11 de junho de 2023

ONCE UPON A TIME THERE WAS A GIRL

Quando eu era adolescente, tive o privilégio de ter Rita Lee e Donna Summer lançando discos todo ano. Donna, aliás, lançava até mais que um. Um sucesso ainda nem havia saído das paradas e lá vinha outro. Ente 1976 e 1979, ela foi a minha cantora preferida, a grande campeã de um páreo duríssimo. "I Feel Love" soa moderna até hoje; aliás, a música pop seria outra sem essa joia de 1977. Donna Summer vendeu muito em vida e ganhou alguns Grammys, mas acho que só agora, 10 anos após sua morte, estão dando a ela a devida importância. Mas, assim como o musical "Summer", que ganhou uma versão brasileira meio capenga, o documentário "Love to Love You, Donna Summer" não faz justiça à grandeza dela. E olha que foi produzido e codirigido por uma de suas filhas, Brooklyn Sudano. Talvez por trazer uma visão "de dentro", de quem nem era nascida quando "Bad Girls" saiu. O filme, em cartaz na HBO, tem muitas imagens de vídeos caseiros, mas não explica direito como foi a infância da cantora, é impreciso com as datas e não dá o devido destaque a Giorgio Moroder, o produtor genial que lhe deu um som revolucionário. Também ignora fases inteiras de sua carreira, como o comeback de 2008, e passa meio batido pela doença. De qualquer maneira, "Love to Love You" me encheu de saudade, e é lógico que já estou mergulhado nos greatest hits de uma das deusas da minha vida.

5 comentários:

  1. Ela negou o comentário homofóbico, mas ela fez ou não fez?

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  2. Quando eu era adolescente, tive o privilégio de ter Xuxa lançando discos todo ano, hahahahaha.

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    Respostas
    1. Donna Summer não era igual a
      essa fulanininha,não.Tinha muita
      dignidade e era muito sexy.

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    2. Sullivan e Massadas copiavam descaradamente Giorgio Moroder, produtor de I Feel Love.

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