segunda-feira, 29 de maio de 2023

UM SUCESSÃO

E aí, qual tal o último episódio de "Succession"? Eu gostei, mas não adorei. Talvez porque nunca tenha adorado a série. Jamais fiz parte dos 99,9% da humanidade que grita que é o melhor programa de todos os tempos, apesar de ter visto todas as quatro temporadas. Achei a segunda uma obra-prima e a terceira bem fraca, mas essa última foi mais legal. É importante perceber que o objetivo da trama não era exatamente indicar qual dos patéticos filhos de Roy Logan deveria comandar seu império midiático, mas mostrar como esse processo afetou os três - todos eles terminam pior do que começaram. Minha favorita, e acho que a de todo mundo, sempre foi a Shiv, apesar de eu não torcer por ela (e nem por ninguém). Sarah Snook deu um show nessa reta final e merece o Emmy de melhor atriz dramática, que será dado em julho. Kieran Culkin, o irmão mais novo do Macaulay, também se superou, mas acho que o prêmio irá mesmo para Jeremy Strong, que já ganhou outra vez. O finale exibido na noite de ontem pela HBO foi bastante satisfatório, com uma hora e meia de duração, e mesmo assim deixou algumas pontas soltas. Merryck vai mesmo se tornar presidente dos EUA, apesar de não ter ganho a eleição?  E por que o primo Greg, sempre uma garantia de gargalhadas, apareceu tão pouco? Quem também foi desperdiçada ao longo dos anos foi a divina Hiam Abbass, a Marcia, uma personagem que prometia muito e entregou pouco. Mas série boa é sempre assim: a gente nunca acha perfeito o final, porque, no fundo, não queríamos que acabasse.

11 comentários:

  1. Vou aproveitar o momento e aproveitar a deixa. Na segunda temporada de Succession, é dito que aquela família que venderia a editora conseguia ler antes os romances de Jonathan Franzen. Eu até tinha esquecido desse autor e acabei comprando o novo livro dele. Esse livro recebeu o nome de "Encruzilhadas" no Brasil e só veio a ser lançado no meio deste mês. O que eu estou achando estranho é que a Folha, Estadão, et não estão fazendo resenhas críticas do livro. Elas estão resumindo com spoilers. Alguém notou isso?

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    1. Sei....a melhor série do universo e
      do sistema solar.Ai,ai,ai,ai,ai......

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    2. Melhor definição deste programa aí-
      tirem a loira boazuda que a série vira
      uma sauna gay.É verdade,igual aquela
      do Casseta e Planeta.kkkkkkkkkkkkkkk

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    3. A Folha de São Paulo, não. A reportagem falou mais do Franzen ter sido capa da Time do que do livro. Mas , nos outros, notei sim.

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  2. "todos eles terminam pior do que começaram"
    No vídeo no post, o próprio criador da série diz que, pro Roman, ele terminou onde começou. Kendall provavelmente atingiu o fim daquela jornada (realmente pior do que começou). Achei o final do casal ShiTom o melhor com os dois trocando de lugar e ela caladinha aceitando continuar o casamento com o novo CEO da empresa. Rei Lear foi uma grande inspiração dessa série.
    E, sim, queríamos mais do primo Craig/Greg.

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    1. Crítico de verdade é o Tony,não
      aquele André Barcinski-o André
      é o Pedro de Lara,um porre chato.

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  3. Foi um sinal satisfatório para um seriado onde ninguém realmente presta. Ainda gostamos de assistir cobra comendo cobra.

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    1. 10:40-Quem gosta de niilismo é
      reaça ou extremista.É o teu caso.
      kkkkkkkkkkkkk

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    2. Lourival,só aquele tal de André
      Barcinski não entendeu o enredo
      da série.Ele não entende nada
      do que ele escreve.

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  4. Nunca achei nenhuma obra prima. É uma boa série com grandes atuações. Mas sou muito mais " The last of us", com seu roteiro perfeito e dois grandes atores. Uma delas uma garota de 17 anos.

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    1. The Last Of Us,uma série que os
      reaças gostam.O papai vai salvar
      a filhinha-é roteiro de filme gospel,
      só falta o Tom Cruise.kkkkkkkkkkkk

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