sábado, 22 de abril de 2023

TODOS POR TODOS, UM POR UM

É maravilhoso quando um filme entrega exatamente o que promete. Este é o caso de "Os Três Mosqueteiros", a primeira versão francesa para a tela do romance de Alexandre Dumas em mais de meio século. A história, que já foi tão adulterada por Hollywood, recupera o encanto original, falada na língua em que foi escrita e filmada em locações autênticas. O elenco reúne o creme de la crème das estrelas do cinema francês atual, e muito cuidado foi tomado na reconstituição do século 17. A única concessão à modernidade que eu catei no roteiro foi a rápida menção à preferência de Porthos por rapazes, que todo mundo encara numa boa. A primeira parte, "D'Artganan", foca o famoso caso do colar, que só foi superado pelo escândalo das joias sauditas da Micheque. Tem luta de espada, intriga política, adultério, baile de máscaras e até um atentado durante um casamento real na catedral de Notre Dame. Tomara que dezembro chegue logo, quando a segunda parte, "Milady", estreia nos cinemas.

3 comentários:

  1. Olha, vou dar uma chance ao filme única e exclusivamente pelo seu histórico excepcionalmente sólido de recomendações certeiras. Mas é angustiante a perspectiva de ver MAIS UMA adaptação dessa história, que foi tantas vezes filmada e refilmada. Espero que ao menos a experiência consiga apagar da minha mente aquela aberração que foi a versão do Leonardo Di Caprio, uma das piores coisas que já vi no cinema em toda a minha vida.

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    1. Desta vez,é uma versão feita pelos
      franceses PORQUE OS TRÊS
      MOSQUETEIROS SÃO FRANCESES,
      JÊNIO.E a versão do Leonardo
      DiCaprio é muito melhor que os
      filmes chatérrimos que ganharam o
      Oscar de melhor filme nos últimos
      anos.Boa noite e vá dormir.

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  2. Nossa! Essa resenha despertou em mim o desejo de reler a obra. Obrigado, Tony e assim que possível vou assistir ao filme.

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