sábado, 8 de abril de 2023

LES NOUVEAUX CLOCHARDS

Paris sempre foi conhecida por seu moradores de rua, chamados aqui de clochards. Muitos deles, por opção: preferiam mendigar e encher a cara do que trabalhar num emprego caretinha. Essas figuras folclóricas foram sumindo com o tempo, dando lugar a imigrantes do leste europeu e outros desvalidos. Mas eu nunca vi a cidade tão cheia de pedintes e gente dormindo na rua, e olha que estive aqui faz menos de um ano. Será culpa do Macron? Da guerra na Ucrânia? Da crise mundial? Agora parece que toda quadra tem pelo menos uma barraca, no mesmo esquema dos sem-teto de São Paulo. Tem mães com crianças, algo que eu também nunca havia visto, e hoje tinha um cara no metrô pedindo esmola aos gritos de "à manger!" (para comer). Mas nada supera a dupla de homeless hipsters que eu flagrei no 11ème, sentadas no chão fumando um, ao lado de uma caixinha de som tocando hip-hop.

13 comentários:

  1. Viado tu é burro hein
    Quem corta a Patty é aquele idiota, não o contrário
    Eu já trabalhei na Globo e posso te afirmar que ele é grosseiro, mal educado e homofóbico

    você fazendo pauta na Folha pra desmerecer alguém que corta no ar pois ele causa nos bastidores, mas tu não sabe um terço da história
    Patrícia é uma pessoa otima, e eu tô escrevendo isso pois ela sempre me tratou bem
    se você quer falar sobre algo, apure com membros da produção, posso te passar contato de vários que ainda são meus colegas
    ninguém lá gosta dele
    obviamente você não vai pois fez aquela crítica ridícula sem fazer jornalismo

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    1. Cara,tu é burro,hein?Dona Patricinha
      é racista e você tá passando pano pra
      ela porque ela é branca.Palhaço!!!!!!!

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    2. Vcs são dois idiotas que deveriam discutir a pauta em questão! Do contrário se limitem a insignificância de vcs.

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    3. 19:50-Ninguém pediu a tua opinião-
      ou você não acha que não tem racismo
      na TV?Tony já escreveu sobre essa
      senhora.....que é racista.

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    4. 01.10 como tb ninguém pediu a sua, agora tudo virou racismo, ela iria cortar ele ou qualquer outra pessoa independente da cor.

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    5. Por que esta discussão está acontecendo neste post no meu blog e não na minha coluna do F5 sobre este assunto?

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  2. Que triste, justo esse ano que eu vou para Paris para noivar com meu boy.

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  3. Patrícia branca?
    Patrícia é mestiça que nem a maioria dos Brasileiros
    existem jornalistas e jornalistas, o Ricardo Feltrin me ouviu e publicou o outro lado da história, tanto que ele falou sobre as grosserias dele
    o Manoel na minha época achava que ele era dono do programa pois ele que orientava as pautas diárias e tinha poder de veto já que estava presencialmente lá, enquanto a Paty ou participava virtualmente ou era informada quando chegava pra gravar ou antes de ir pro ao vivo
    todo problema iniciou por causa de uma pauta repetida, a Patrícia vetou e a diretora não avisou ele
    ele já maltratou até a copeira numa reunião de pauta

    não fala o que você não sabe

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    1. Patrícia É BRANCA E RACISTA.Este teu
      textão de Facebook mal feito não convence
      ninguém,titio.

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  4. As pessoas continuam com o hábito de demitir o desodorante?

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    1. Amigo, que não usa desodorante é a "classe populaire" (e tu já viu quanto custa um desodorante no Brasil? Você jura mesmo que um brasileiro médio gasta dinheiro com desodorante?). A classe média usa desodorante igual à do Brasil, com o detalhe de que tomam menos banho.

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    2. Nunca senti cheiro de CC dominando casa noturna ou metro…só em Paris mesmo. Nunca senti isso nos EUA…só na França e um dia na Alemanha.

      Sem desculpas. Tony, responde!

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  5. Paris tem sido gerida desde 2001 pelo Parti Socialiste. Isso tem pontos positivos como a transição para a bicicleta (que tem surpreendido mesmo a mim, cicilista parisiense aguerrido). E pontos negativos, como uma ausência de uma lei anti-mendicância. O aumento do custo de vida se passou em escala europeia, e Paris é o centro-gravitacional das populações vulneraveis do mundo latino, principalmente dos ciganos da Europa Oriental (que vivem uma situação de inferno na Romênia, Bulgaria e Republica Checa, coitados). Qualquer operação da policia parisiense para controlar os moradores de rua vira manchete no Le Monde ou Libération em 30 minutos, e eleitorado mais a esquerda de Paris reage automaticamente. Eu moro entre o Canal Saint Martin e o Bassin de la Vilette, um dos maiores centros de mendigos (e cracudos) da cidade, e vejo bem a dificuldade dos assistantes sociais de tirar as pessoas da rua. A promessa do Macron era de acabar com as pessoas morando na rua... A voir...

    @Anonimo que pergunta se os parisienses fedem: Sim, fedem. Não são todos, mas sempre tem um que fede por 30. Depois de 11 anos por aqui eu acho que até desenvolvi uma tolerância que nao existia no Brasil. Acho que é uma coisa da Europa do Norte, que se sente mais em Paris porque nesse formigueiro humano todo mundo está sempre colado. Enfim, fede-se sim.

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