sábado, 18 de março de 2023

CIDADE VISÍVEL

Há pouco mais de um ano atrás, Marco Pigossi deu uma entrevista histórica à revista Piauí. O ator descreveu a barra que viveu durante anos, encurralado entre a homossexualidade e a carreira de galã na Globo. Fiz um post a respeito aqui no blog, e choveram comentários. Não faltou quem minimizasse o sofrimento do rapaz (sim, foi você mesmo, João Gabriel). Semana passada, eu tive a oportunidade de finalmente entrevistar o Pigossi para a coluna de domingo da Mônica Bergamo, e toquei nesse assunto. João, ele concorda com você: respondeu que não tem como não concordar que realmente é super privilegiado, por ter nascido branco, cis e na classe média alta. Marco Pigossi está promovendo o lançamento da segunda temporada da série "Cidade Invisível" na Netflix, mas também aproveitando sua visibilidade para apoiar causas justas. Ele me pareceu ser alguém muito lúcido e consciente do lugar que ocupa no mundo.

8 comentários:

  1. 😂😂😂
    Primeira vez que vejo o Tony citando um leitor num post, o monotemático não conta pq é doido. Lembro do Tony quase acusando o João: Vc tb é branco, João! rs
    O Marco é um reizinho, ah se todo gay com os privilégios dele, tivesse esta consciência, como vc mesmo tb tem, Tony!
    Pô Tony, deixe essas entrevistas abertas, vou ter que assinar a FSP só para ler vc? Rs

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    Respostas
    1. Não é verdade, ele já falou de uns três ou quatro leitores, de mim uma vez inclusive.

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  2. Concordo com o Pigossi. Talento e vocação não bastam. Muito trabalho, também não, ao contrário do que dizem. Se uma misteriosa Senhora chamada Sorte não for com a cara do sujeito, a coisa ou não anda ou desanda. A vida mostra isto todo o tempo.

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  3. Só falta o ricardo tozzi se assumir, pq todos os outros se assumiram...o geanechini fica com aquele papinho que ninhuem aguenta mais.

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