sábado, 19 de novembro de 2022

UM PANO PARA PASSAR NA COPA

Gianni Infantino, o presidente da FIFA, disse que é "qatari, árabe, negro, gay, deficiente físico", como se isso rebatesse as justas críticas ao Qatar. O cartola ainda choramingou que sofreu bullying nas escola por ser ruivo, ô dó, e que por isto entendia o drama dos trabalhadores imigrantes no país-sede da Copa. Só faltou alegar que fazia brigadeiro para vender no recreio, como mugiu Bia Kicis ao se comparar com crianças que trabalham para valer. A FIFA é uma das entidades mais corruptas do planeta e o Qatar, uma ditadura medieval, apesar dos arranha-céus e das passagens de pano. Não há como justificar o tratamento do emirado a mulheres, homossexuais e operários estrangeiros. Bem fez a Pantone, que confeccionou a bandeira acima para ondular em Doha. No lugar das cores do estandarte LGBT+, estão as coordenadas de cada uma delas no catálogo da empresa. Não dá para fazer o mesmo com cerveja?

2 comentários:

  1. Pensei que só eu tinha achado problemático o discurso dele. O G1 divulgou como alguém que estava fazendo mea culpa rsrsrs
    A única coisa que talvez sirva nessa sujeirada toda, é alertar as bichas das bolhas que elas não estão tão seguras assim, e o mundo não é delas, mas sim de quem paga mais, e ae papai, vc pode ser rica, masculina, sarada... mas vc não faz número mínimo além de encher um show de Madonna e Ivete Sangalo, portanto, ninguém vai titubear em rifar seus direitos em mesas de negócios.

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  2. O Tony colocou as mulheres em primeiro kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. São os homens que recebem as punições mais pesadas e violentas nesses países árabes.

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