segunda-feira, 10 de outubro de 2022

PREOCUPE-SE SIM, QUERIDA

Passei duas semanas ponderando se deveria assistir "Não se Preocupe, Querida" na telona, ou se esperava o filme chegar ao streaming. Ontem acabei indo ver no cinema. Melhor seria se tivesse ficado em casa. O segundo longa dirigido por Olivia Wilde, que é mais conhecida como atriz, é um arremedo do clássico "The Stepford Wives", que mostrava o que havia por trás de um subúrbio habitado por mulheres aparentemente perfeitas. Aqui o bairro é na verdade uma cidade isolada no meio do deserto, onde todos os maridos trabalham numa empresa misteriosa e todas as mulheres ficam em casa fofocando e tomando drinks. Até que uma delas pira, e a protagonista vivida por Florence Pugh decide investigar. A moça é linda e foi muito cotada para o papel de Madonna (perdeu para Julia Garner), mas não faz meu gênero. Já o totoso do Harry Styles aparece pouco, mesmo sendo o namorado da diretora. As filmagens de "Não se Preocupe Querida" foram marcadas por muitas brigas entre elenco e equipe, que dizem ter sido mais empolgantes que o filme em si. Acredito. O roteiro confuso, o ritmo hesitante e a mensagem batida me deixam preocupado com o futuro de Olivia Wilde atrás das câmeras.

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