sábado, 17 de setembro de 2022

DE UM POVO HERÓICO O BRADO RETUMBANTE

São quase 14 minutos de música, praticamente um "In-A-Gadda-Da-Vida" anti-Bozo. O mais chocante é que esse tempo todo é preenchido com declarações verídicas do Broxonaro, muitas delas anteriores à eleição de 2018. Como que o Brasil se deixou enganar? Não era meio óbvio? Enfim, quatro anos se passaram, e tá começando a pintar um certo clima de alívio. "Hino ao Inominável", que foi lançado hoje, é uma reação algo tardia da classe artística à violência que ainda estamos sofrendo. Não é exatamente uma música-chiclete de refrão pegajoso pra gente assobiar na rua, mas é mais um prego no caixão do Edaír. Amém.

9 comentários:

  1. Não gosto dessa coisa de ficar fingindo que o Bolsonaro é o Voldemorte e, por causa disso, ficar com essa coisa de inominável, ou de aquele que não se pode dizer o nome.
    Isso aqui não é uma fantasia, ou uma história distópica de algum filme bobo. Isso aqui é a realidade, não estamos num filme em que tudo vai acabar bem de qualquer jeito e o mocinho nunca morre.

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    1. Excrementíssimo Broxonaro é melhor e deixa os broxonalentos mais putinhos do que já são.

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    2. Bozo é Valdemort,sim-agora,quem não
      entende interpretação de texto que volte
      pro Mobral enquanto há tempo.

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  2. Eu odeio o Bozo como odeio poucas coisas na vida, mas vou confessar: é muito longo e chato. Parei antes da metade. Podem jogar as pedras.

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    1. Você no máximo aguenta música
      sertanoja como todo bozista afetado.
      Idiota e chato.

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    2. Errou. Não sei a diferença entre eles e não reconheço nem os “hits”. Eu apenas achei chato. Acho que a afetação está no seu espelho.

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    3. Não reconhece hits nenhum porque é
      afetado e adora sertanojo,08:09.

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  3. "There is no political solution
    To our troubled evolution"

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