segunda-feira, 22 de agosto de 2022

HAJA CORAÇÃO

As celebrações do bicentenário da independência dos Estados Unidos, em 1976, duraram um ano inteiro, e não foram organizadas só pelo Estado. O país inteiro entrou no clima da festa. Aqui, calhou do nosso bicengtenário cair justo no governo mais incompetente da história da República. Ninguém lá sabe fazer nada direito, portanto ninguém fez nada (e olha que eles se acham os maiores patriotas). A única iniciativa de alguma relevância é a mórbida visita do coração de D. Pedro I. O corpo dele já está aqui: por que, então, trazer um órgão semi-desfeito, que ele dedicou à cidade do Porto? Para agradar à extrema-direita, que acredita no poder mágico das relíquias de cadáveres. Mas esse milagre, o pobre coração vai ficar devendo. Quem vai ganhar a eleição é o Lula.

9 comentários:

  1. Nada mais aleatório do que a proclamação da independência às margens do rio Ipiranga. A independência na realidade foi decidida no Palácio Real da Quinta da Boa Vista (hoje incendiado) por um conselho de estado reunido e presidido pela Regente Leopoldina no dia dois de setembro de 1822. A correspondência da Imperatriz só alcançou a comitiva de Pedro em 7 de setembro quando ele estava tendo uma diarréia as margens do rio Ipiranga. Pedro se limpou, limitou se ler a correspondência da esposa com sua decisão e argumentos e "teria" gritado Independência ou Morte. Pronto , criou se uma fato histórico aleatório em São Paulo. Aliás Pedro estava dando sua contribuição a mais célebre tradição paulistanas: a dos rios esgotos (Tietê, Pinheiros, Aricanduva, Tiquatira etc). A independência foi decidida por uma mulher estrangeira, austriaca, extremamente culta, da mais nobre e milenar dinastia europeia dos Habsburgos (ela é o amarelo da bandeira brasileira)

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    1. E aquele museu que tem no Ipiranga?
      Você nem deve conhecer SP,tio-até o
      Tarcisio de Freitas deve conhecer.

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    2. Xiii que endeusamento da D Leopoldina que por acaso apesar de ser Bourbon descende dos Bragança não é mesmo 😀 por isso foi escolhida para esposa.
      Além disso mesmo regente não podia decidir nada sem o conselho e sem a aprovação do marido porque não sendo ela uma rainha de sangue ( como foi D Maria I e depois D Maria II) nem infanta não tinha poder de decisão por si só.

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    3. Claro que conheço.. repare que quase tudo no Museu do Ipiranga veio do Rio de Janeiro, de pinturas e objetos até os restos mortais. Inclusive o projeto arquitetônico foi encomendado por D Pedro II a um arquiteto italiano no Rio de Janeiro. A ideia do Museu memória é fazer com que a província de São Paulo se sinta pertencente à história do Brasil. A propósito, sempre foi considerado um ultraje humilhante que os restos mortais da Imperatriz Leopoldina tenham saído da Cripta imperial do Convento de Santo Antônio no Largo da Carioca e levado para a cidade da amante do marido. Ela nunca pisou em São Paulo e o seus filhos estão sepultados na Cripta do Rio.

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    4. O 17h50: Leopoldina era Bragança por casamento. De nascença, era Habsburgo. Agora, Bourbon? Bourbon era Carlota Joaquina, a mãe de d. Pedro I.

      E lave a boca com sabão agora, porque este blog é leopoldinista. Uma mulher fundamental para a história do Brasil, e até hoje injustiçada.

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    5. Sem dúvida! Como tantas olha a Dilma

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    6. Dilma incompetente, burra ...mas honesta.

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    7. Incompetente e burra é a Micheque,jegue.

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  2. Disputa de trono entre filha e tio ? Isso é onde House of Dragons se inspira: na realidade histórica

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