sexta-feira, 26 de agosto de 2022

ABAIXO A BERINJELA

Sou fã do Pussy Riot desde que as meninas invadiram uma igreja de Moscou para protestar contra Vladimir Putin. Admiro a coragem delas e concordo 100% com o discurso feminista. Só que eu nunca tinha me dado ao trabalho de ouvi-las, pois faz tempo que passei da idade de me interessar por punk rock. Preenchi essa lacuna só agora, pois o Pussy Riot se converteu ao pop eletrônico. O EP "Matriarchy Now" traz sete faixas produzidas pela cantora sueca Tove Lo, e, em termos sonoros, não se diferencia do que a criançada escuta por aí. É nas letras que as expatriadas russas dizem a que vieram. São mensagens manjadas de empoderamento feminino e quejandos, mas totalmente pertinentes ao tempo de trevas que atravessamos.

6 comentários:

  1. Feminismo não é, e nunca foi sobre igualdade.
    Sempre se tratou apenas de alcançar o poder.
    As mulheres têm direitos e proteção iguais perante a lei e têm oportunidades iguais.
    Elas continuam reclamando e gemendo para ganhar mais poder.
    Se fosse realmente sobre igualdade, seria chamado de "igualitarismo" ou algum outro termo neutro.
    Não feminismo. É apenas para mulheres e seu empoderamento.
    Sociedade feminista e hipócrita, onde mulheres são santas e homens são demônios, independente do que façam!

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  2. As feministas não querem igualdade, querem privilégios sobre os homens.

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  3. A sociedade feminista em todos os lugares atualmente e seu objetivo é generalizar todos os homens.
    Com difamações e mentiras, com o objetivo de incitar uma repressão a todos os homens em nossa sociedade.

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    1. O bezerro aí acima mandou esses três comentários de uma só vez. Ele não só não sabe nada sobre feminismo, como repete o discurso da extrema-direita. Hmm, em quem será que ele vai votar?

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    2. Aliás, ele mandou mais três comentários, todos do mesmo teor. Rejeitei todos. Chega, né?

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  4. Alusão a cortar o pênis dos homens. Depois o movimento feminista diz que não odeiam os homens e não prega a violência.

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