sábado, 9 de julho de 2022

TROVEJA MAS NÃO CHOVE

Já faz alguns que eu desisti de ver filmes de super-herói no cinema. Atualmente eu espero chegar no Disney+ e olhe lá. Mas hoje eu abri exceção: quis assistir a "Thor: Amor e Trovão" na tela grande, depois de ter me esbaldado à pampa com "Ragnarok", que eu vi num avião. Ainda mais porque direção e roteiro são de Taika Waititi, o neozelandês maluco que também fez "Jojo Rabbit". Percebi muitos puristas reclamando na internet, e me animei ainda mais. Se adultos que levam a sério o Universo Cinematográfico Marvel estão se queixando que tem piada demais, então eu vou gostar. Só que não. A única sequência que realmente me divertiu foi uma megarreunião de quase todos os deuses, liderada por Zeus - um Russell Crowe bem gorducho, falando com sotaque grego fake e rindo por dentro o tempo todo. Ah, sim, também tem a bunda do Chris Hemsworth, sensacional O resto, apesar da galhofa generalizada, é muito trovão para pouca chuva. Tem Christian Bale caracterizado como Voldemort com nariz, fazendo um pai desesperado que quer matar todos as divindades que não salvaram sua filha (perfeitamente compreensível, aliás). E tem Natalie Portman interpretando a namorada com câncer. Porra, multiverso, que tal me dar uma folga quando eu vou ao cinema?

Um comentário:

  1. Oxalá a onda dos filmes de super heróis esteja passando.

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