quinta-feira, 16 de junho de 2022

ANTIPATIA TERMINAL

Um filme sobre um paciente terminal de câncer talvez não seja o entretenimento mais recomendado para mim neste momento. Mas "Enquanto Vivo" ganhou o César de melhor ator, para Benoît Magimel, e ainda tem Catherine Deneuve, de quem eu estava com saudades, então encasquetei que queria ver. Mesmo assim, fui para o cinema com medo de sair deprimido. Só que não: o protagonista nega sua doença até ser desenganado,  e só então é que aceita fazer quimioterapia. Eu me identifiquei ainda menos quando surge um filho adolescente, que ele se recusa a conhecer. O entorno deste personagem antipático é mais interessante. O destaque vai para o dr. Gabriel Sara, médico na vida real, que estreia como ator fazendo alguém parecido com ele mesmo. Longo demais e sem nunca atingir a catarse prometida, "Enquanto Vivo" até que tem seus momentos, mas passa longe de ser indispensável. Ah, sim, e eu saí muito bem do cinema.

5 comentários:

  1. Todos pegaremos câncer principalmente com o agronegócio aqui nos envenenando

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    Respostas
    1. Essa doença transmissível altamente contagiosa

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    2. Veja os gatos e cachorros se vc tem a mesma idade que eu lembra que anos atrás ninguém ouvia falar de câncer animal TODOS gatos e cachorros praticamente morrem de câncer hoje em dia. É óbvio que é o veneno na nossa alimentação mais poluição sem contar a falta de qualidade de vida muito stress pouco contato com a natureza pouco prazer

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    3. Cala a boca seu ignorante! Porque os EUA é o país com mais casos de câncer? Vai estudar vagabundo

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    4. 22:18-Cala a boca,você!O agronegócio
      matou o Dom e o Bruno,seu jumento.

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