quarta-feira, 18 de maio de 2022

MENU CONFIANCE

Le Chateaubriand é um restaurante parisiense que existe há uns 15 anos, e se mantém na crista da onda por um detalhe interessante: não tem cardápio. O cliente não escolhe o que quer comer. A casa trabalha na base do menu confiance, um sistema comum por aqui, em que o chef manda para a mesa uma sequência de pratos surpresa, por um preço fixo. Hoje foram três entradinhas e quatro principais, sendo que os três primeiros eram à base de peixes ou frutos do mar. O último era carneiro. Depois, queijos ou duas sobremesas, sendo que uma é fixa - o doce espanhol tocino de cielo - e ainda morangos temperados com açúcar e anis para acompanhar o cafezinho, que nem tomamos. Postei quase tudo no meu Instagram (esqueci de fotografar as sobremesas...). Vai lá se você ficou curioso.

16 comentários:

  1. O Mio Babbino Caro
    Estou quase chegando a conclusão de que os pratos parecem mais saborosos quando são descritos do que quando são apreciados.

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  2. Estranho... não consigo comentar no post do político justamente cassado.

    Tony, teve um post que vc comentou sobre a Juliana Carneiro da Cunha, que eu imagino não ser uma celebridade na França. Mas e a Cristiana Reali? Ela tem notoriedade junto aos franceses? Vc já a viu em cena? Ela é tão linda!

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    1. Cristiana Reali até tentou uma carreira no cinema, mas não emplacou. Ela ficou mais conhecida como atriz de teatro, ou seja, não é famosíssima. Queria muito vê-la, mas a peça dela só estreia em novembro.

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  3. Pena que todos são obrigados a entender esse menu em uma língua só...

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    1. TODOS os garços do Le Chateaubriand falam inglês, e alguns também falam outras línguas. Eles explicam detalhadamente cada prato na hora em que ele chega. Esse cardápio não é entregue aos clientes. É uma ferramenta de serviço, que circula entre eles. Eu que pedi para levar um, de lembrança.

      E vê se para com essa jequice de "ãin mas na França eles falam francês". Você está virando um americano caipira monoglota, que acha que o mundo tem a obrigação de fala inglês.

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    2. Nossa, quanta agressividade. Lamento informar que diferentemente dos EUA caipira que você parece conhecer, todos os americanos com os quais convivo são poliglotas. Até porque é exigência de qualquer doutorado nos EUA. Um beijo e não volto mais nesse blog

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    3. Brincadeira, volto sim!
      Tava só brincando, querido Tony... provocando...atiçando...

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  4. Quase 800 reais...realmente nao vale, mas tem bobo para tudo nesse mundo.

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    1. Vale sim. Alta gastronomia é uma arte como qualquer outra, e o suprassumo de qualquer arte sempre vale uma nota. Além do mais, não fui eu pagou...

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    2. quem é teu sugar Daddy???

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    3. Minha amiga de infância. Nos conhecemos no pré-primário e fomos namoradinhos na adolescência. Também fizemos faculdade juntos. E voltamos a nos reaproximar de uns anos para cá.

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  5. Claro que eu sou curiosa, quero ver essas fotos e vou mais rápido do que imediatamente te seguir no Instagram. Um dia eu chego em Paris! hehehehehehehe

    PS: nao sei que cargas d´água aconteceu, mas nao estou conseguindo logar com minha conta do google.

    Lara Simeao Romero

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  6. Tb achei as "críticas" a esse casamento, como diriam minhas tias, uma marmota só! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ah e hoje é meu aniversário. Ainda estou em choque por completar 52 anos!! Nao sei em que momento tantos anos assim se passaram, tal qual um passe de mágica de uma varinha de condao (brilhosa e estilosa, of course). Tb nao sei se fico melancólica ou taco um foda-se. Na dúvida, essa meia-noite já comecei com um bom malbec argentino, hj (frio) já taquei um tiquinho de whisky no meu café e esta noite terei a companhia do marido e 3 amiguinhos tintos: Cordero en piel de lobo, Angelica Zapata e un Saint Felicien. Saude sempre e lembrem-se "in vino veritas".

    Lara Simeao Romero.

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  7. sem bebida, o menu não ficou tao exorbitante, coisa que a tua anfitriã deve ter apreciado.

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  8. Tony o toucinho do céu é bem
    Mais português que espanhol mas adiante. Vê se pela base do próprio doce muito mais ligado doçaria conventual portuguesa. A versão parte muito do pudim do Abade de Priscos e da técnica de ovos com calda de açúcar das freiras portuguesas.

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