quinta-feira, 28 de abril de 2022

PONTO MORTO

Quando uma lenda morre de repente, é comum que surja um folclore a seu respeito. Até hoje Elvis Presley e Michael Jackson são vistos vivos por aí. A morte de Marilyn Monroe, aos 36 anos de idade, gerou um fenômeno curioso. Ela não teria se suicidado, apesar da personalidade frágil e do histórico familiår de instabilidade mental. Na verdade, o governo americano decidira eliminá-la, pois seu caso com o presidente John Kennedy, ou com o irmão deste, o então procurador-geral Robert Kennedy, estaria colocando em risco a segurança nacional. Sempre achei essa teoria estapafúrdia, porque presidentes americanos sempre tiveram amantes e não há notícia de que alguma delas tenha sido morta pela CIA ou pelo FBI. Mas muita gente ainda acredita nisto, e o documentário "O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas" tenta tirar tudo a limpo. O filme traça um breve perfil da estrela, mas seu filé mignon são as entrevistas gravadas pelo pesquisador Anthony Summers com pessoas próximas a ela, incluindo o psicanalista e a empregada. O resultado é semelhante ao de muitas séries e filmes do gênero true crime: uma abundância de provas, que não levam a lugar nenhum. A conclusão? Senta que lá vem spoiler. Alguém esteve na casa de Marilyn na noite em que ela se matou, mas esta visita foi ocultada da imprensa. Muito provavelmente, Bobby Kennedy foi lá em pessoa dar o fora na atriz, que tomou uma dose excessiva de remédios para dormir logo em seguida. Fim do mistério, se é que havia algum. Ponto. Morto, aliás.

3 comentários:

  1. As pessoas atribuem uma super capacidade e eficiência ao governo Americano. Se ele fosse tão eficiente quanto essas terorias dizem, já teria conquistado mundo faz tempo.

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  2. A morte dela é é suspeita sim até porque ela não ingeriu os comprimidos o estômago estava limpo foi tudo via anal segundo a teoria. É tipo achar que o Oswald foi o único atirador na morte do JFK não precisa ser um governo eficiente pra cometer assassinatos e encobri-los veja o caso Marielle Franco que até os jornalistas dizem saber quem é o mandante mas o povo e a família nunca vai saber.

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  3. Tipo achar que as jornadas de junho não foram pagas pelos inimigos da humanidade

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