segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

HIP-HOPERA

Nunca fui grande fã de hip-hop. Mesmo assim, larguei tudo o que eu estava fazendo para assistir ao show do intervalo do Super Bowl, por volta da 10 da noite de ontem. O que me interessa é o espetáculo grandioso que a tecnologia de ponta e muito dinheiro conseguem fazer em menos de 15 minutos. Performances anteriores como as de Madonna, Lady Gaga, Beyoncé e Shakira & Jennifer Lopez entraram para a história. O deste ano reuniu Dr. Dre, Snoop Dogg, Mary J. Blige, Eminem e Kendrick Lamarr, e ainda teve participação surpresa do 50 Cent. Não sei se entendi direito o conceito visual: cinco casinhas separadas, uma para cada artista, que só se juntaram no final. Foi menos apoteótico do que outras vezes, mas foi interessante. E com coreografias sensacionais, embora nada seja mais cool do que o Snoop Dogg sambando miudinho. Ainda teve o branco Eminem desafiando a NFL e se ajoelhando para homenagear Colin Kaepernick, o jogador que inaugurou em 2017 os protestos em campo contra a violência policial contra os negros. Não basta não ser racista: tem que ser antirracista.

14 comentários:

  1. O esporte americano é um mundo apartado do nosso. A começar pelo futebol deles que só se joga lá, o beisebol que é para iniciados e mesmo o basquete, que é praticamente outro esporte se comparado aos demais paises. Mas o que os caras gostam é do entretenimento, com comida ,cheerleaders, mascotes, bugigangas para comprar e esse show espalhafatoso e cafona no intervalo. Para se ter uma ideia de como o esporte é encarado em outras partes, no estádio do Real Madri,o maior time do mundo, os armários do vestiário são os mesmos de décadas atrás. A FIFA quer forçar a barra nesse sentido, impedindo as manifestações folclóricas da galera, proibindo bandeiras e percussão nos estádios e tentando fazer o que os americanos fazem no intervalo e início dos jogos. A Band, principalmente por causa do Luciano do Valle que morava lá e achava lindo qualquer patacoada, nos brindou com o hino nacional cantado à capela pelo Luan Santana, vergonha alheia total!

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    1. No mundo, o futebol é muuuuuiiiitoo mais popular do que o futebol americano, basquete ou basebol.
      Esse EUA-centrismo é meio chato.

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    2. Eu adorava quando o Luciano do Valle gritava o nome do Dan Majerle do Phoenix Suns. Lá vai Marley, arremessa....cesta de Marley!

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    3. TONY,VOCÊ ME REPRESENTA ESCREVENDO
      ESTE TIPO DE TEXTOS!!!!!!!

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    4. Vi um jogo de baseball nos EUA uma vez e realmente é isso ai musica alta entre as jogadas, muita comida, bebida, não julgo é um outro tipo de entretenimento e deve ser divertido ficar 6 horas chapando o coco comendo flertando possivelmente mas também não é saudavel. Tenho desprezo total pelo esporte atual, futebol americano obviamente racista gerido como uma plantação de algodão, e fifa obviamente tem esquema de compra de resultados. Lembra Brasil França na copa de 98? Bitch please!!!!! não perco meu tempo.

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    5. 18:53-Ninguém aqui pediu sua opinião,tá!
      CARA CHATO!!!!!!!!!!!!

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  2. Me desculpe, mas meu interesse nisso beira -1000.

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    1. Pelo fato de ter feito um post só pra isso, não parece tão desinteressado assim.

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    2. Que bom que vc avisou; na próxima vez, o Tony lhe consulta antes de publicar, taokey?

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  3. Olha, aqui vejo o pessoal comentando mais sobre as propagandas que passaram nos intervalos do que sobre o show ou sobre o jogo. Vai entender...

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    1. 19:16-O SHOW FOI O VERDADEIRO
      BAILE DE FAVELA!!!!!!

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  4. Acho que as casinhas são uma referência to "the hood", Tony. Mais especificamente Compton.

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  5. O conceito visual era uma house party californiana.

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    1. Aquilo que Tony chamou de "cinco casinhas separadas", é uma referência à Pickup Technics Antiga um dos cinco elementos do Hip Hop.
      G-

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