sábado, 11 de dezembro de 2021

I JUST MET A GIRL NAMED MARIA

Eu vi o primeiro "West Side Story" apenas uma vez, em vídeo ou na TV, não lembro mais. Não tenho o filme gravado no meu DNA, então não me sinto autorizado a dizer se a versão do Spielberg é melhor ou não do que o original. Só sei que fui para o cinema com a expectativa lá em cima, turbinada pelas críticas baba-ovo da imprensa americana. Senhor meu marido também foi, e ele sim, conhece de trás para a frente o longa de Jerome Robbins. E o que foi que ele achou? "Igual, mas diferente". E saiu convencido de que não havia mesmo necessidade de refazer o melhor musical de todos os tempos. O libreto agora é outro, canções mudaram de lugar e até de personagem, e os aspectos sociais foram todos amplificados. Agora só latinos fazem papel de latino, a lésbica ficou mais explícita e assim por diante. Natalie Wood, que era nascida na Rússia, nem sequer cantava... A novata Rachel Zegler canta muito bem, assim com Ansel Elgort, que ainda não havia exibido esse dote no cinema. Mas claro que o xodó de todo mundo é Rita Moreno, que ganhou um Oscar fazendo Anita em 1961 e agora faz Valentina, a dona da lojinha, uma força da natureza ao 90 anos de idade. "West Side Story" v. 2.0 é ótimo, mas não inova nem entra para a história da sétima arte como seu ilustre antecessor. Foi como eu disse ao Spielberg quando o encontrei em Los Angeles em 2019: "what a nerve!".

4 comentários:

  1. Natalie Wood será minha eterna Maria!
    "Something's comin' i don't know what It is but It is gonna be great"

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    1. Bom vai ser aquele faroeste chato
      pra caralho,né???????Deus do céu....

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  2. Natalie era uma das mulheres mais bonitas da história entra pra galeria das beldades de verdade. Sei não mas eu gosto mais do cinema pipoca do Spielberg tipo poltergeist os últimos filmes dele estão bem chatos tipo ready player one que quem leu o livro diz ser ótimo e o filme uma bosta ponte de espiões também só legal pelo registro histórico do que aconteceu mas 0 emoção talvez ele devesse se dedicar a produzir novos talentos tipo mulheres diretoras no final da vida temos que pensar no legado que vamos deixar pra humanidade

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  3. a lésbica ficou mais explícita e assim por diante - A SPIELBERG CURTE UM HOMEM TRANS - teve um em READY PLAYER ONE e agora esta. KEREMOUSH AS BEAXAS representavidade fazendz favor, e nao a Cucumber (pq eu vou chamar de CUCUMBER SIM) batch povoando meus sonhos masturbatórios fazendo o crucro henry - queremos as afeminadas, as cremosas, as hadouken de glitter - as finíssimas DANDO mais pinta q a Udo Kier neste ultimo filme dele. VRA

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