quinta-feira, 14 de outubro de 2021

ROUND 7

A série "Round 6" continua rendendo assunto. Em menos de três semanas, o mais recente fenômeno da indústria cultural sul-coreana se tornou a série da Netflix mais vista de todos os tempos, penetrando até no inexpugnável mercado americano. Quais as causas desse sucesso todo? É o que tenta destrinchar o novo episódio do podcast "Expresso Ilustrada", que chamou a mim e à Luciana Coelho, que escreve sobre séries na Folha, para dar uns pitacos. No final, um de nós foi eliminado.

7 comentários:

  1. Eu estava digitando e do nada sumiu espero que não vá enviar duplo de novo, bem eu acho que existe um componente de curiosidade sobre a Ásia, mas acho que o principal é a falta de ética que parece que pelas bandas de lá, só quem segue mesmo é o Japão. Enquanto os Estados Unidos estão discutindo a ética do Instagram, esses orientais não estão preocupados com nada. E esses grupos de K-pop estão tocando o terror. Qualquer mídia social que você entre você vai ver pelo menos 20% de perfis com a foto de alguma astro de lá, mesmo a gente sabendo que volta e meia morre um, e que eles levam uma vida cheia de opressão. Invadiram até as passarelas de Paris. É um verdadeiro frenesi. Com direito a muito fake.
    E a fórmula? Muito filtro, muito auto-tune, muito marketing, fácil bastante para que todos entendam, e rápido o bastante para que nós ansiosos de plantão não fiquemos entediados.
    E acho que você está certo, mesmo para americanos e alemães esses tempos de multimilionários frente a trabalhadores sem muitos direitos não estão fáceis.

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    1. As vezes eu fico impressionado com certas pessoas que fazem textos enormes para no final sem falar nada com nada. É para bancar o intelectual?

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  2. A indústria coreana de cultura tem muito ensinar a indústria de cultura brasileira. Por exemplo, os filmes brasileiros querem muito forçar uma doutrinação ideológica enquanto os coreanos fazem histórias mais universais que todos podem se identificar.

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    1. Doutrinação ideológica, isso é conversa do lixo supremo...

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    2. Sim. Tem coisa mais brasileira do que Parasita?

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  3. Round6 é um surto coletivo. A própria produção não achava lá grandes coisas - e não é mesmo. Você não se importa com o destino dos personagens, é tudo muito frio e estético. É uma versão cheia dos cacoetes coreanos do animé Gungrave.
    Quais cacoetes?
    A atuação exagerada, o humor pastelão, os diálogos enche-linguiça.

    O cinema coreano tem poucas pérolas (ou talvez eu tenha investigado pouco), como a Era das sombras (2016), Train To Busan 1 e até A Vilã, beeeeem melhores que o Jogo da Lula e que infelizmente não fizeram nenhum barulho.
    :(

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  4. Round 6 é um plágio descarado dos programas do Luciano Huck

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