quarta-feira, 6 de outubro de 2021

ENTER THE DRAGON

Depois de três anos de abstinência de "Game of Thrones", ontem a HBO jogou um ossinho para nós, pobres famintos. O canal divulgou o primeiro teaser de "House of the Dragon", que estreia em 2022. A trama é um prequel de "GoT" e conta como a casa Targaryen, vinda da Valyria, conquistou o continente de Westeros com a ajuda de uns lagartos voadores. Achei muito legal, mas também não achei: o Trono de Ferro, de novo?? Outra notícia alarmante é a de que o autor da saga, George R. R. Martin, está na equipe de roteiristas. Pelo jeito, os dois últimos livros das "Crônicas de Gelo e Fogo" terão que ser psicografados.

19 comentários:

  1. Putz, nunca curti esse negócio de dragão e espada.
    Prefiro séries "realistas".

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    1. Só vale a pena se agregar nacionalmente a volta da Cleycianne.

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    2. Também nunca curti, a vida real no Brasil longo ultrapassou qq tirania cinematográfica. Acho essa série 100% pipoca 0 reflexão, na nossa realidade atual nem a lista de Schindler consegue retratar tamanho horror! Socorro

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  2. Off topic sobre sua coluna do F5.

    A Netflix ainda conta como "vista" qualquer qualquer série que tiver dois minutos assistidos por um assinante?

    Lembrando que, por coincidência, esse é o tempo de duração dos créditos de abertura de uma atração. Aquele que ela te mostra, sem você pedir, quando você seleciona o título de uma série.

    Já existe algum órgão independente que mede a audiência dos streamings ou a gente ainda só considera o que o departamento de marketing da empresa diz???

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    1. Apenas o que o depto de marketing diz

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    2. Mas há empresas que pesquisam sobre engajamento nas redes... Menções, citações, trend topics... Muito citadas quando o assunto é política... Agora pra o streaming...a única vez que me lembro de aparecerem foi sobre o último episódio de got

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    3. Nessa contagem de 2 minutos o filme "6 Underground" foi visto por metade dos assinates na Netflix no mundo inteiro no seu primeiro mês. Um sucesso que conseguiu 80 milhões de views só no primeiro mês!

      Porém, a própria Netflix divulgou que esse filme não vai ter uma sequência porque não não atingiu as expectativas.

      Ou seja, ninguém viu o filme apesar de todo mundo ter visto o filme...

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    4. Não, não existe um órgão independente que meça a audiência do streaming.

      Mas isto não quer dizer que a Netflix pode inventar um sucesso e mentir. Há uma maneira empírica de medir a repercussão: o buzo nas redes sociais. E "Round 6" já é a série mais comentada nas redes nas últimas duas semanas.

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  3. O Mio Babbino Caro
    Isso tudo não é muito infanto juvenil. Me lembra aqueles marmanjão, babando Eddie the Head em show do Iron Maiden, the Trooper...tô fora.

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    1. Você tá confundindo as coisas. Essa série aí é pra quem gosta de Amon Amarth, Iced Earth, Saxon, Manowar, Blind Guardian, Týr etc.

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    2. ...Proibido para maiores de 23

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    3. Iron Maiden sempre teve letras variadas, baseadas em literatura, história e horror, na verdade não tem quase nenhuma música sobre dragões e espadas. Esse negócio de fadas e castelos é muito recorrente no metal melódico e no power metal. Iron Maiden faz parte da NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal), leva que inclui Judas Priest, Saxon, Def Leppard, Demon, e até bandas como Motörhead e Venom. Há uma gama variada de temas e conceitos nas letras de todas essas bandas, que vão do culto ao couro ao louvor à vida Rock & Roll.

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  4. Os livros do RR são bens ruins. Longos detalhamentos, pouca ação e os momentos em que a ação ocorre chupados descaradamente da história inglesa.
    A adaptação da HBO tirou óleo dessa pedra, apesar de muitos capítulos de pura enrolação (os mais fiéis aos livros, diga-se de passagem) e daquele final pra lá de desastroso: uma criança de 6 anos teria imaginado algo melhor.

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  5. Vou assistir essa série com 5 passos atrás.
    Achei a caracterização bem cafona. Dá pra ver o oxigênio e a peruca platinada de longe no cabelo desse povo.
    É falta de atores loiros ou albinos???

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    1. Falando nisso, há representatividade ou diversidade nessas séries? Pergunto por que nunca assisti e imagino que histórias medievais, de dragões e situadas na Europa dificilmente terão negros ou indígenas. Lembro de um anão.

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    2. Há, sim. Não muita, porque as tramas são inspiradas na história da Inglaterra, e o continente de Westeros reproduz parte da Europa. Mas há personagens não-brancos, geralmente vindos de terras longínquas.

      Vi pelo menos um ator negro nesse trailer de "House of Dragons".

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    3. A história da Inglaterra é muito mais enfadonha do que isso, a briga de família dos Plantagenets é um saco comparada a história de Roma, império bizantino otomano e até dos góticos da Espanha

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    4. A história da Inglaterra está completamente envolvida com a história de Roma. Londinium foi fundada pelos romanos. É uma cidadezinha...

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  6. Tony, na verdade House of The Dragons é ambientada durante o evento conhecido como "Dança dos Dragões", a disputa dos meios-irmãos Rhaenyra Targaryen e Aegon Targaryen II pela posse do Trono de Ferro. Uma verdadeira guerra civil dos Targaryens, que ao fim levou ao desaparecimento de todos os dragões... Até Daenerys conseguir chocar os famosos 3 ovos 173 anos depois.

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