quarta-feira, 6 de outubro de 2021

BATATINHA FRITA 1, 2, 3

O trailer de "Round 6" não me deixou assanhado para ver a série. Não sou chegado em ultraviolência. Aí essa produção sul-coreana se tornou um fenômeno mundial e eu me vi obrigado a conferir what's the fuss all about. No segundo episódio, eu já estava fisgado. Como eu digo na minha coluna de hoje no F5, a ideia não é nova: a competição até a morte já foi usada em dezenas de obras, e serviria para dar uma levantada no interesse do "Zig Zag Arena", novo programa domincial da TV Globo. Mas "Round 6" explora o drama moral de seus personagens, constantemente colocados diante de escolhas difíceis - sem falar nos jogos em si, cada vez mais cruéis e sangrentos. Agora torço por um esquete do Porta dos Fundos ou coisa que o valha chamado "O Jogo do Lula" (uma variação do título original). Um robô gigante do ex-presidente, dotado de sensor de movimento, cantaria "Batatinha Frita 1, 2, 3" enquanto os candidatos da terceira via tentam atingir 10% de votos no primeiro turno. Quando a música para, o robô se vira e atiradores metralham os que não alcançaram a marca.

4 comentários:

  1. Ainda não vi.
    Desse gênero eu lembro do Death Race 2000, hilário.
    O Sobrevivente, inesquecível.
    E um filme dos anos 90 com o Ice T, que depois inspirou um filme do Van Damme.

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  2. Deviam sim, só que com a própria boneca e do outro lado uma disputa para quem quer ser PR.
    Daí testava quem quer roubar mais, favorecer a família, a cambada de puxa saco, quem gosta de mandar cartinha para paraiso fiscal, quem gosta de emprestar para amiguinho que nao paga, quem pretende sucatear mais a coisa pública e por aí em diante.
    Daí chamava o Bozo, o molusco, o calça apertada, o assumisim, o doupittievoupparis, e outras sub celebridades da área.
    Talvez, bem talvez mesmo, saísse um PR razoável.

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    1. Não esqueça do Levy Fidelix e do Cabo Daciolo

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  3. Perfeito! Amei, hahahaha.

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