domingo, 11 de julho de 2021

O DIA EM QUE TORCEMOS PELA ARGENTINA

Entre um soluço e outro, Mijaír conseguiu o impossível: fazer com que boa parte dos brasileiros torcêssemos pela Argentina num jogo decisivo contra o Brasil. Poucas vezes na história a seleção esteve tão descompassada com o torcedor, que não tem mais paciência para os rompantes de diva do "menino" Neymar. O Maracanazo da noite de ontem serviu para duas coisas: dar a Leonel Messi a chance de finalmente conquistar um título internacional pela esquadra de seu país, e negar ao Biroliro a chance de, pela segunda vez, levantar a taça da Copa América. O covardão nem deu as caras no Maracanã, já que o público não seria composto por motoqueiros brancos de meia idade. Preferiu ficar em Brasília, tramando o golpe que não conseguirá dar e dormindo a noite que não conseguirá dormir. Mais uma.

8 comentários:

  1. Foi MARAVILHOSO ver a selecinha perder. Para a Argentina então. Neymar chorão se fudeu. Acho ótimo

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  2. Acho que está havendo uma confusão entre torcer pela seleção e ser bolsonarista. Uma coisa não tem nada a ver com outra. É normal que em um país gigantesco como o nosso, tenham torcedores que se identifiquem com alguma seleção e, no caso do Lionel Messi com "i",torçam por um jogador de outro país e sua seleção. A seleção não vem jogando bem, e apesar dos bons números, a geração atual é fraca e o único craque que temos é um beócio. Muitos jornalistas esportivos declararam que estavam torcendo para a Argentina, misturando política, ressentimento e inveja. Impossível isso acontecer com a imprensa argentina, que fecha os olhos para os roubos históricos, vide a Copa de 78 e 86 e apoia sempre. A rivalidade é o que faz o esporte competitivo ser o que é e sobreviver. Se a CBF é um antro de bandidos e o Bozo é o chefe da quadrilha, a AFA consegue ser pior,a FIFA a UEFA com dirigentes presos. Não é por isso que não vamos mais assistir aos jogos da seleção, assim como não vamos mais assistir a filmes e novelas por causa dos escândalos de Hollywood e das emissoras. A Adidas e a Nike utilizavam mão de obra infantil, a C&A utilizava escravos na Segunda Guerra e a Hugo Boss fazia os uniformes dos oficiais nazistas. Se colocar uma lupa não sobra ninguém. Virou moda o discurso lacrador de tipos como o Casagrande que só respeita quem defende as mesmas causas que ele. A jornalista Milly Lacombe, que sempre falou um monte de besteira, passou vergonha no ar e foi condenada por difamar o Roge Ceni. Noutro dia soltou que o Kaká só tem essa fama porque era branco e de classe média! O cara foi eleito o melhor jogador do mundo, foi campeão da Champions League, Italiano , Campeão do Mundo pelo Brasil e a mulher vem com esse discurso que impregnou as redações. O Brasil nunca deu muita bola para a Copa América, o Pelé nunca fez questão e nunca ganhou, na Argentina teve comemoração até a madrugada, pela seleção, pelo Messi e pelo Maradona.

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    1. Essa Milly Lacombe é bem fraca, não entende nada de futebol, ao contrário de outras jornalistas. Só causa alguma repercussão porque defende a bandeira LGBT. Se não fosse isso, não teria nível técnico para comentar futebol em nenhum veículo. A cena dela gaguejando e afinando ao vivo, após o Rogério Ceni entrar no ar de surpresa, é histórica!

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    2. Ano 21:02
      Esse textão reparativo está cheirando outra coisa para chegar no, do jeito que está tá bom. Tá bom!
      G-

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  3. FORA BOLSONARO, FORA NEYLIXO

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  4. Sinceramente, eu caguei para essa "cuestão" de copa américa, seleção, Neymar, e etc. Tenho coisa muito mais importante para fazer e/ou me preocupar sobre.

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  5. Sempre torci contra o Brasil porque odeio esse país de merda e esse esporte lixo chamando futebol. Em qualquer epóca.

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