terça-feira, 15 de junho de 2021

THAT'S ALL

Falta assunto no mundo? Talvez isto explique a revista Entertainment Weekly ter reunido elenco e equipe de "O Diabo Veste Prada" para celebrar os 15 anos do lançamento do filme. Nada contra: a saga de Miranda Priestly está longe de ser um clássico do cinema, mas propõe uma discussão sobre mulheres em posição de comando que é pertinente até hoje. Fora que a editora da fictícia revista "Runway" é o mais icônico personagem da diva Meryl Streep. Qualquer discussão será pouca.

16 comentários:

  1. Acho o filme bobo, a revista Vogue é um instrumento colonial quantas negras ou asiáticas foram capas da revista mesmo? E aquela editora da vogue americana Anna Wintour é uma mulher super brega sem graça com uma mentalidade da aristocracia inglesa da qual ela pertence de colonialismo do século 19. Mais difícil então é encontrar graduadas entre as modelos da revista, fora que ao invés de ser uma celebração a moda e a cultura é um instrumento de ‘burrificação’ e desempoderamento da mulher. Triste mesmo, estava vendo uma pesquisa que relaciona os mass shootings nos EUA com violência doméstica, os atiradores lá e cá sempre tem um histórico de misoginia. O empoderamento da mulher do negro dos asiáticos das minorias (que não são minorias são maiorias) incomoda mais do que queremos ver, temos que criar alas em hospitais pra misóginos e tratar pessoas com síndrome colonial que acusam moleque negro de roubar a própria bicicleta

    ResponderExcluir
  2. É uma vergonha o que acontece no Brasil somos o país número um em feminicídio, quero ver mulher cientista na capa de revista mulher atleta mulher escritora mulher que sobreviveu mãe solteira com 3 filhos na favela mulher artista mulher que conquistou alguma coisa na vida não uma imbecil feito a Gisele que não terminou a sétima série e a maior conquista foi fazer 3 plásticas no peito. Devemos combater lixos racistas feito a Vogue.

    ResponderExcluir
  3. Eu gosto da Anna Wintour, ela colocava modelos negras em destaque e sem exotismo...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Onde isso? ? A vogue americana é a pior vogue as capas são horríveis e ela nunca gostou da tendência das modelos exóticas tatuadas diferentes por isso colocou a Gisele na capa com aquela foto horrível do Irving Penn que triplica o peito dela e deixa meio caído pra parecer natural. Ela é super colonial como todos os ingleses nunca vão aceitar que o império acabou. Está na hora de emanciparmos as mulheres de vez temos que acostumar os mais jovens a respeitar a mulher independente a apreciar a mulher pelas suas conquistas a misoginia se tornou um problema social sério acho que vc devia dar uma olhada no estudo que relaciona os mass shootings dos EUA com o ódio as mulheres. Chega de Vogue quero mulheres na capa do Le point, New Yorker, the Atlantic o que for de revista considerada seria por aí, quero mulher cientista engenheira e mulher na presidência

      Excluir
  4. White feminism sells

    ResponderExcluir
  5. Kkk modelos graduadas? Kkkkk

    Gente, e o limite que falta?! E o senso que não tem?!

    Acho que o revival de Miranda veio lembra que a moda da moda já deu e já cansou, e que a cultura do cancelamento baseada em princípios normativos já cansou mais ainda.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A emancipação da mulher é uma coisa nova durante séculos as mulheres foram reprimidas desde serem sequestradas e levadas ao harém do sultão até serem mortas por terem um caso extra conjugal. A mulher merece ser parte do jogo democrático merece mais respeito e merece que seus talentos sejam cultivados o objetivo da mulher não deve ser ser uma Barbie que agrada os olhos dos homens ou arrumar um marido a mulher é muito mais que isso

      Excluir
    2. Kkkkkk harém do sultão!
      Kkkkkkk

      referências:
      Cartland, Barbara. Escrava do sultão.
      Globo (2009). Caminho das Índias


      Ceis melhoraram meu dia.

      ✌ amo!

      Excluir
    3. No filme a Miranda fica triste com o divórcio por mais bem posicionado a mulher não deixa de ser romântica e carente.

      Os supremacistas brancos voltaram com tudo! Viram o jogador Austríaco fazendo o mesmo gesto que o funcionário do Bozó?

      Nessa eu concordo 1000% temos que destruir os preceitos supremacistas brancos e machistas uma criança não nasce achando uma negra feia mas a Vogue ensina que é

      Excluir
    4. Não anônimo 13:41 EU NUNCA ASSISTI REDE BOBO principalmente novela entendo um pouco da história otomana porque estudo grego e li 2 livros do Jason Goodwin do inspetor Yashim. Nada a ver com a ÍNDIA nem sei se lá existia harém tô sabendo agora mas se tinha provavelmente não eram moças sequestradas da circacia como na Turquia

      Excluir
  6. O anônimo 13:41 é o gay misógino aculturado que sente ressentimento da própria falta de cultura

    ResponderExcluir
  7. aculturado:
    adjetivo
    que se aculturou; que passou pelo processo de aculturação.
    aculturação
    substantivo feminino ANTROPOLOGIA
    1.
    processo de modificação cultural de indivíduo, grupo ou povo que se adapta a outra cultura ou dela retira traços significativos.
    2.
    POR EXTENSÃO
    fusão de culturas decorrente de contato continuado.

    Pensando cá com meus botões, me aculturei em Marte, porque Vênus só tem mulher?
    Quer dizer, se é que vc sabe mesmo o que é misoginia.

    ResponderExcluir
  8. Tony,sei que você deve estar atento a todas as novidades do nosso desgoverno e que bom termos alguém lúcido e saudável pra nos abrir os olhos. Mas gostaria de saber de você o seguinte ( sugerir até um post aqui no blog :) ), li sua coluna na Folha de São Paulo referente a polêmica com a Juliana Paes que fez um video resposta ao post de Samantha Schmutz e me pergunto se esse comportamento de forma indireta ou até direta entre aos artistas não polariza ainda mais a classe artística?
    Já estou vendo um monte de discussão sobre o comportamento da Samantha, desde heroína do povo a agressiva virtual. Recentemente postou uma indireta para o Luciano Hulk sobre o mesmo ter votado em branco, e a questão do voto em branco voltou a ser pauta, entre votos brancos e nulos somados da ultima eleição passamos dos 10 milhões, fora as abstenções. Se começarmos a atacar esses milhões afirmando que TODOS, sem exceção, são coniventes com o governo atual, não seria de tal exagero? O medo do linchamento virtual e público não faria que muitos olhassem torto a esquerda ( como a própria Juliana e boa parte dos brasileiros)? Também não serviria de munição para a extrema esquerda usar disso como exemplo de comportamento intimidador por parte dos artistas. Sei que as discussões e debates que geraram foram saudáveis, isso é bom, e entendo que artistas com grande visibilidade usem de suas mídias para alertar o povo, o que é muito mais louvável. Mas e quando passam da linha pra defender suas convicções, será que estamos indo no caminho certo?
    Tenho parentes que votaram em branco, que se arrependeram, que se martirizam-se por isso até hoje, mas que logo no início fizeram panelaços, xingam bolsominion, e vai pra protesto contra o bozo. Será que chamá-los de coniventes com o governo é justo? Acho que você entendeu meu ponto. A crítica e a conscientização é algo justo, mas a generalização acho que é algo perigoso. Pessoas erram e aprendam e ao invés de atacar temos que acolher. Adoraria um post disso aqui ou uma coluna na Folha. Abraços adoro seu blog e seus textos :)

    ResponderExcluir
  9. Respondendo a sua pergunta. É que ao contrário do Brasil, o mundo já voltou ao normal.

    ResponderExcluir