sábado, 22 de maio de 2021

DESMASCARANDO O EUROVISION - 3

E assim chegamos ao final de mais um Eurovision, o 65o. desde 1956 e o primeiro desde 2019. O campeão foi mesmo aquele previsto pelas casas de apostas: "Zitti e Buoni", da banda italiana Måneskin, um rockão pesado que não soa como construído em laboratório para ganhar festival (e olha que já tinha ganho Sanremo em fevereiro). Não estava nem entre as minhas 10 favoritas, mas não acho ruim. É apenas a segunda vez que vence um rock, e a edição de 2022 deve ser em Roma ou Milão. 
Quem mais arrancou douze points dos júris nacionais foi "Tout l'Univers", do suíço de origem árabe Gjon's Tears, que atualizou com sucesso as definições de desmunhecado. Prova de que o povo gosta dessa linha Sam Smith, o gordo gay que se descabela. Aliás, reparou que o Sam Smith não faz mais tanto sucesso depois que conseguiu emagrecer?
Para mim a melhor das três primeiras é "Voilà", da francesa Barbara Pravi, que remete a Piaf. Mas nada que se compare às minhas reais favoritas, Islândia, Ucrânia e Lituânia. Que tampouco se comparam às melhores de todos os tempos, como "Amar pelos Dois" ou "Rise Like a Phoenix". Mas tudo bem: foi um bom Eurovision, e o importante é que o festival está de volta. Agora tenho forças para encarar o resto do ano.

(Mais sobre a final do Eurovision na minha coluna no F5)

4 comentários:

  1. Descobri o Eurovision qdo um namorado inglês me mostrou o costume de assistir na casa de amigos em 2004 aí saímos pra outro lugar no dia e ele disse ‘ainda bem que conseguimos fugir’ choca que se tornou popular no BR

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    1. Não é popular mesmo aki. Éa celebração cafona de um continente colonial. Nam.

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  2. eu to fascinado com o Nigel Farage comentando esse programa no FB

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  3. morto com o shade do sam rs

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