segunda-feira, 3 de maio de 2021

CHEGA DE VICES

Cláudio Castro, o vice de Wilson Witzel, é o novo governador do estado do Rio de Janeiro. Na cidade de São Paulo, o vice-prefeito Ricardo Nunes ocupará a cadeira de Bruno Covas enquanto este estiver de licença. Alexandre Giordano assumiu no Sendo o lugar do Major Olímpio, de quem era suplente. Todos esses semi-desconhecidos agora desfrutam de poder real, sem terem recebido um único voto em seus nomes. É por isto que eu concordo 100% com este artigo do Nabil Bonduki na Folha de hoje. O Brasil mantém os cargos de vice e suplente como se ainda estivéssemos nos tempos do império, quando D. Pedro II passava dois anos viajando pela Europa e deixava a princesa Isabel em seu lugar. Hoje não faz o menor sentido que o vice-presidente assuma equanto o titular está no exterior, pois existe telégrafo, telefone, e-mail e WhatsApp. Minha proposta é simples: quando um mandatário morrer, realizam-se novas eleições. É assim no Legislativo dos EUA (mas não no Executivo). No entanto, como lembra Bonduki, a composição de uma chapa eleitoral obedece a critérios políticos, e a eliminação de vices e suplentes dificultaria a formação de alianças. Mas beneficiaria a população, cansada de ser governada por quem ela não elegeu. 

9 comentários:

  1. Ora mas que besteira! Ninguém governa por procuração, muito menos sozinho. Parece aquela história da pessoa que casa mas não gosta da sogra, ninguém nasce de chocadeira… E nem é onipresente. Há diversas situações, diversas atribuições que não cabem apenas ao chefe do Executivo. No dia-a-dia ate o chefe de gabinete manda. E há todo um corpo de secretariado com autonomia.
    E esse povo viaja para tudo. Imagina visitar uma obra por live de celular. Ou uma reunião com prefeitos de todos os municípios.
    O que falta é um holofote maior em cima do vice, informando à população que durante o governo de X na ausência, morte ou é Y que vai decidir.
    Vice na teoria é alguém que posa sorrindo para fotos, mas na prática é o futuro “ em exercício”.

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  2. O Tony diz ser tucano torcendo por aquela imitação do Lula?
    kkkkkkkkkkkkkk

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    1. Onde que eu disse que eu era tucano? Votei no FHC duas vezes, mas recentemente disse o contrário: que NUNCA mais iria votar no PSDB.

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    2. Nunca diga nunca. Segundo turno com Bolsonaro x Bolsodória , como fica?

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    3. Bolsodória.

      Digo e repito: contra o Biroliro, voto até em Satanás.

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  3. O Mio Babbino Caro
    Nabil Bonduki o homem chamado de "Seu Navil" por toda periferia paulistana, quando na Secretaria de Habitação. Como Secretário da Cultura elevou São Paulo às grandes Capitais, somente as temporadas de Ópera que Patrocinou já lhe garantiriam o patamar de melhor gestor cultural que já tivemos e como vereador assinou o Plano Diretor da Metrópole tornando-a mais humana e racional. Mas hoje, que vá para o inferno é só mais um Petista...

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    1. Que vá para o inferno,mesmo.Temporada de ópera é coisa
      de madame titia do pavê,não da esquerda.Depois perguntam
      porque um prefeito petista em SP não se reelege.

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  4. Não gosto do vice do Covas, não votei no Covas por causa do seu vice. Porém, acho sacanagem do tipo bolsonarista dizer que não deveria haver vice, só pq o vice que vai assumir, eu não gosto. Processos democráticos não podem valer só quando me favorecem. Se fosse o contrário, o Covas quem estivesse assumindo o cargo do Cláudio Mastro (digo Castro) ninguém estaria reclamando.

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  5. Questão de dias para o Covas encontrar o vovô.

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