quarta-feira, 14 de outubro de 2020

TÃO LONGE, TÃO CLOSE

Pronto. Começou de novo. Glenn Close está com um filme novo na praça e, para variar, cotadíssima para o Oscar (dessa vez, de atriz coadjuvante). A Netflix divulgou hoje o trailer de "Hillbilly Elegy" (eu me recuso a usar o cafonérrimo título brsileiro, "Era Uma Vez um Sonho"). Nos sites de cinema, especulava-se que o longa só sairia no começo de 2021, às vésperas das indicações. Mas sai em novembro, e as redes sociais estão em polvorosa. Pelo menos, eu estou. Será que agora vai Glenn faz uma véia escrota, que usa calça comprida e fuma sem parar. O papel está a dois dias de caminhada de sua última tentativa com a Academia, "A Esposa", quando ela perdeu para Olivia Colman. A ironia é que Olivia novamente está no páreo, competindo na mesma categoria por "The Father". Vem mais uma desfeita por a[i? Outra que aparece feiosa e sem glamour no trailer acima é Amy Adams, que já acumula seis derrotas no Oscar (Glenn tem sete). A concorrência para atriz principal está mais acirrada, mas é óbvio que ela tem chances. Glenn tem ainda mais, e tomara que desencrue. Chegamos ao ponto em que o Oscar é que precisa ganhar Glenn Close, e não o contrário.

5 comentários:

  1. eu AAAMMMOOO amy adams

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  2. O enredo me passou a impressão de ser sobre o que eles chamam nos EUA de white trash

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  3. Quase a totalidade dos filmes da netflix, HBO, FOX, etc, tem 1 ou mais personagens fumando desbragadamente. A propaganda é ostensiva. Você poderia fazer uma postagem sobre isso. E também sobre a imbecilidade dos títulos que os filmes recebem aqui no brasil. É decisão de quem? Tiram de onde essas invencionices?

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    1. Eu também sugeri isso outro dia, um post sobre essas traduções de títulos, se Tony tem alguma informação de bastidor interessante sobre essas decisões que a gente tantas vezes fica sem entender.

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