domingo, 27 de setembro de 2020

MEU NOME É CAOS

"Gente, tá ao vivo? Mas cês tão loucos?" Era o final de sua live de aniversário, e Gal Costa parecia ainda não ter entendido o conceito de "live". A pergunta da cantora resumiu o caos que foi a direção de Laís Bodanzky. Câmeras trêmulas, fumaça demais, intervenções excessivas da diretora e um roteiro mal-ajambrado que obrigou a pobre Gal a caminhar por todos os recintos da Casa de Francisca, em São Paulo, tropeçando nos fios e quase levando choques. Se fosse um ensaio geral, teria sido ruim. Mas foi ao vivo e a cores (esmaecidas) para todo o Brasil e o mundo. Um dos momentos mais bizarros foi o tributo de Maria Bethânia, em que Gal interagiu com o áudio da amiga como se estivesse caindo num trote do Chupim da rádio Metropolitana. Da próxima vez, era bom escolher um lugar cm ar condicionado e uma figurinista que não vista a aniversariante de sócia de clube de boliche. Salvou-se a própria Gal. com seu repertório à prova de bala e sua voz quase intacta aos 75 anos de idade. Danem-se os problemas: eu amo igual.

25 comentários:

  1. Realmente, tudo muito equivocado. Câmeras operadas de forma amadora por um ¨coletivo¨de mulheres, som deficiente com a atista fazendo sinais de que não ouvia o retorno, um cenário pífio e totalmente errado, intervenções da ¨diretora¨ sem necessidade alguma. A Gal estava tão desconfortável, que perguntou várias vezes: estamos ao vivo?? Mas, pela artista que é, segurou a onda até o final.

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  2. a do caetano foi a única que prestou de verdade ou tô errado?

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  3. O Mio Babbino Caro
    "Eu amo igual" esse Tony só não sabe mais que Eu rsss

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  4. Excesso e amadorismo aniversariaram com Gal , uma live “lá em casa “ só que não A audiência do TNT foi boa por Gal é só por Gal ! Assistir foi um torturante Band Aid no calcanhar de todos.
    Gal merecia uma homenagem

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  5. Meu Deus, as intervenções da diretora com as perguntas mais sem sentido possível.

    Em certo momento, me perguntei se a live tinha sido propositadamente ruim para nos fazer comprar uma edição premium que só a diretora tinha acesso naquele momento.

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  6. Pareceu filme B de terror psicológico. A grande cantora Meu Bem é convencida a fazer um show de retorno numa moderna plataforma de sucesso, a pretexto de seu aniversário. O que ela não sabe é que a direção e produção têm outro planos. Jogada à própria sorte numa casa escura e assustadora, submetida a constrangimentos macabros e atormentada por vozes do além, Meu Bem vagueia mal vestida pelos cômodos e topa cantar mesmo o que não foi ensaiado, em busca de sua redenção. “Cês tão loucos!”, clama em já antológica cena.

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  7. poderiam cancelar profissionais por fazerem esse tipo de trabalho porco né, tipo essa Laís Bodanzky

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  8. Gal foi imensa. As escolhas artísticas foram completamente equivocadas. Uma diretora que mais parecia um apresentador do SBT, falando sobre o ibope, expondo Gal a pegadinhas constrangedoras e totalmente desrespeitosas com qualquer pessoa de 75 anos, ainda mais sendo quem era. Um fumaçaria sem nenhum sentido, um incômodo nítido, um improviso que marcou história num evento que merecia ser impecável. Salvaram-se Gal, deslumbrante apesar dos absurdos, os músicos, divinos, e o repertório, à altura da grande diva que Gal Costa é. Todo o resto foi erro.

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  9. Ela está com cara de quem acorda as duas da manhã e vai na cozinha pegar um copo d´agua e tropeça em algo. Cenário feio e escuro. Foi hilário. Parecia um quadro dos trapalhões.

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  10. A arte brasileira vive de passado. A diretora e os roteiristas são o sintoma de um mal muito mais profundo, pois, com exceção de alguns poucos, o que domina a cena artística resume-se a panfleto ideológico, amadorismo e arrogância.

    O país que ficou boquiaberto com uma deusa entoando "meu nome é Gal", em parceria com acordes de uma guitarra hipnótica, nem deu bola pra essa live.

    Eis o ocaso de uma era, de uma elite, de toda uma forma de pensar.

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    1. Sim! O ocaso de uma era .... e o alvorecer da era da mais pura boçalidade, não é mesmo?

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  11. E a da Wanderléa, hj no Sesc, foi mais simples e Melhor.

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    1. Wanderléia é sub, não apele.

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    2. Sub é seu cérebro.

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    3. Desculpe, vc tem razão. Wanderléia é das maiores cantoras do Brasil, c/ repertório de versões ímpares como Pare O Casamento, discos históricos como nenhum e sofisticados arranjos de teclado.

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    4. Vero🤭😅🤭😅

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  12. 😲😲😲
    Esse negócio deve ter sido muito ruim mesmo, algo que nunca vi nos comentários do blog do Tony, todo mundo concordou!!!
    😲😲😲

    Ps. Só eu que não gosto da Gal... ☹ No meu coração só cabe a Beta, e nenhuma outra cantora!!!

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    1. Eu nunca entendi essa fascinação que Bethânia exerce sobre alguns gays. É quase um clichê, de tão comum, a bicha louca por Bethânia, que toma vinho assistindo seus dvd’s, sabe de cor os poemas que ela recita e cita frases de seu repertório como filosofia de vida.

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    2. Você já viu Bethânia ao vivo? Vai ver. Depois a gente conversa.

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    3. Já, duas vezes. Não é a minha.

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    4. Si no es para vos, no es para vos.

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  13. As meninas que movimentam o blog são de Direita mas a Direita só faz essas merdas que estamos observando desde o afastamento da Dilma. Então elas ficam emburradas num canto, quetas vendo o mundo se despedaçar.
    Oh!
    E eu querendo que elas e seu Ministro da Educação ou melhor todo o governo, se fodam.
    Bjs à DEFU e às Tias e moçoilos que compraram seu pacote.

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  14. Lembro até hoje de uma profª de português insuportavelmente reaça que começava as aulas comentando as notícias. E reclamando do show no Imperator cujo ponto alto foi ela cantar Brasil de peito aberto sem sutiã.

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