terça-feira, 15 de setembro de 2020

LIVE TO TELL

Madonna finalmente confirmou nesta terça que, além de estar escrevendo com Diablo Cody o roteiro de sua cinebiografia, ela também irá dirigir o filme. Legal, mas não muito alvissareiro: Madge não é uma exatamente cineasta consagrada, e não vai ser indicada ao Oscar nem se produzir a maior obra-prima de todos os tempos. A Academia a esnobou por "Evita" e ignorou todas as canções que ela compôs para o cinema (mas premiou duas que ela cantava). Só que Madonna não quer prêmios: quer o controle absoluto de sua narrativa. A notícia vinha tomando forma há alguns dias, com dicas nas redes sociais e especulação sobre a atriz que fará este papel com potencial de estatuetas. Minha favorita continua sendo Julia Garner, da série "Ozark". Pelo menos, Madonna abriu mão de interpretar a si mesma.

18 comentários:

  1. Volto a insistir na minha incompreensão de como alguém com talentos tão medianos consegue ganhar tanto destaque. Ou talvez na verdade seja bem fácil de entender: apostar na polêmica, no sexo e no choque à opinião pública rende muitos frutos. E a agitadora cultural #1 da história é mestre nisso. Ainda mais quando pode contar nós gays, um grupo carente de atenção, ávido por transformar cantoras/atrizes medíocres em divas e famoso por idolatrar um monte bobagem espalhafatosa ao longo das décadas. Quanto ao filme, sugiro para protagonista Ana Maria Braga, Laura Cardoso ou Betty White.

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    1. Admitamos o comentário acima é demolidor. E olha que acho a Madonna engraçadinha.
      G-

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    2. Eu poderia concordar com vc, mas daí seriam dois falando m*rda.

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    3. O comentário parecia uma simples opinião (como c*, cada um tem a sua), mas aí chega o final e deixa claro que o preconceito é etário. É impossível envelhecer na nossa sociedade fazendo o que se quer. Espero que o autor do comentário não precise viver até a idade atual da Madonna para não passar por tal constrangimento.

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  2. Honey do comentário acima (ou abaixo, whatever): você não compreender como alguém de talentos tão medianos consegue ganhar tanto destaque só mostra mais de você do que da própria. Gostar da fulana não é obrigatório, e nem deve. Mas contestar a importância e relevância da mesma é canalhice.

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    1. Bicha carente que tomar dor de diva pop. Ô raça.

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    2. Você é macho carente????????kkkkkkkkkkk

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    3. Bom, eu sei que não passo a vergonha de mover uma sobrancelha por diva pop. Então bichinha carente que se projeta numa muher lacradora eu escapei de ser.

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    4. Não move uma sobrancelha mas esta aqui comentando para o bem ou para o mal sobre uma... diva pop.

      Ah se enxerga, macho carente!

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  3. Não vejo sentido em biografias (escritas ou gravadas) sobre quem ainda está vivo. Depois que ela virar purpurina, aí sim teria maior interesse ;).

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    1. Concordo! Ela viva e ela produzundo.chapa branca.

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    2. Mas é por isso mesmo que ela vai fazer. Control freak. Garantir a chapa branquíssima. Garantir a massagem no ego. Celebrar a si mesma. Especialmente agora, que ninguém mais dá um premiozinho sequer, uma posição nos charts, um VMA, um Grammy, um nada...

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  4. Alvissareiro, amanhã vou dar um jeito de utilizar... rsrsrs

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  5. Para o 20:30, sabe aquele cara do trabalho que não é super inteligente, nem super profissional mas quando aparece todo mundo pega gás? Ou aquele que nem tem um corpo tão bonito mas quando entra puxa a academia pra cima? E aquela garota nem feia nem bonita que se não estiver na festa é pq vai flopar?
    Tem gente cujo talento não é ser melhor, é queimar o quengaral.

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  6. e eu q n percebi q era a Julia na foto achei q fosse a young Madonna.

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  7. Acho a Julia perfeita para o papel, ela é super talentosa!!!

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  8. Nem um pingo de interesse , amo madonna, mas ela controlar a historia, esta mais para massagem no ego como disse um comentario acima do que realmente contar algo verdadeiro.

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  9. “ Pelo menos, Madonna abriu mão de interpretar a si mesma“ hehehehehehehehehe. Obrigado, Cher.

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