segunda-feira, 31 de agosto de 2020

O NOVO LEGAL

A entrega do VMA, na noite deste domingo, foi a primeira grande premiação do showbiz americano a acontecer durante a pandemia. Eu estava com medo de que a cerimônia fosse chata feito uma reunião corporativa pelo Zoom, com uma sucessão de artistas cantando no quintal de suas casas e discursando dentro de um mosaico de quadradinhos. Mas o que rolou foi um programa dinâmico, com ótimas performances ao vivo espalhadas por diversas locações simultâneas e um uso exemplar da tecnologia. O público fez falta? Mais ou menos. Eu não faço a menor questão de ver aqueles astros entediados bocejando na plateia, enquanto uma claque paga se esgoela dentro do fosso junto ao palco. O troféu de Vídeo do Ano foi para The Weeknd, mas a rainha da noite foi mesmo Lady Gaga.  Parecia que ela entrava em cena de cinco em cinco em minutos para receber algum prêmio, e seu número - na verdade, um medley de "Enigma", "911", "Rain On Me" e "Stupid Love" - lavou a alma das guei que ainda estavam chateadas por causa do "Joanne" (eueueueueu). Como sempre, não faltaram mensagens políticas, da solidariedade às vítimas do racismo ao simples uso de máscaras. Mensagem-bônus: mesmo em tempos de novo normal, ainda é possível fazer algo legal.

6 comentários:

  1. Não é Enigma, é Chromatica 2.

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  2. Estas duas parecem dois "soins" brigando e gritando. Pra quem não sabe é o Callithrix jacchus (sagui). Música de qualidade só houve até o final dos anos 80. Depois...

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  3. Eu sei que eu não deveria achar isso, que o corpo é dela, etc, etc, etc, mas o fato é que me incomoda a Lady Gaga acima do peso e flácida “sensualizando” de biquini. Poderia usar uma roupa que a favorecesse.

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  4. A MYLE CIRUS ARRASSOU NA APRESENTACAO

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    1. Funciona melhor que o videoclipe oficial. Mostra que dá pra fazer muito com pouco.

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