sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

OK, LIMER

A partir desta semana, a Veja São Paulo - a única Vejinha que ainda existe - ganha vida própria e passa a ser vendida avulsamente, sem a Vejona junto. Acho ótimo: São Paulo talvez seja a única metrópole de importância global que não tem uma revista própria, à la Time Out (sorry, Rio de Janeiro, te amarei para sempre). Para marcar essa edição pioneira, meu amigo Raul Juste Lores, que comanda a Veja SP há dois anos, deu um um golpe de mestre. A revista chega às bancas com uma matéria polêmica e um neologismo que incendiou a internet nesta sexta. Pululam os comentários críticos de quem nem leu a reportagem. Abundam os testes do tipo "quanto % você é Faria Limer?". Quem diria que uma revista impressa em papel causaria esse reboliço às portas da terceira década do século 21?

35 comentários:

  1. Isso pode ser várias coisas, menos qualidade de vida. De qualquer forma o termo é diverdito. Vi no twitter gente perguntando se era “feraialaimer” (morri!) ou “farialimers” mesmo hehehe.

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  2. Pelo desenho da capa essa região de SP não é frequentada por preto, né?

    Legal, não corre o risco de ninguém morrer pisoteado com a ação da PM...

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  3. São Paulo é a capital mais dinâmica, plural e vibrante do país. O segundo lugar é sim do melancólico Rio, mas que já teve o seu momento, e se perdeu entre os neopentecostais e a malandragem institucionalizada na política que levaram a cidade (ainda linda) a ter que purgar seus fantasmas. Já São Paulo é cada vez mais uma daquelas cidades do mundo que em se conseguindo viver, consegue-se viver em qualquer outro lugar. Porém ainda carrega como sombra da cidade os resquícios de um cultura cafona e elitista do "sabe com quem você está falando" e do "eu tenho dinheiro e sou melhor que você". A cultura que não diz bom dia ao porteiro, que maltrata quem tem menos poder ou dinheiro. A boa notícia é que essa cultura está em franca decadência desde os anos 90. A má notícia é que ganhou um último e forte impulso com o bolsonarismo. O absurdo disso foi ver paulistanos elegendo um político criado no pior celeiro político do país como presidente. Quem diria que um paulistano votaria em um deputado de baixo clero do Rio para presidente? Porém como até o último datafolha indicou, essa cafonice está muito mais ligada à geração acima dos 55 anos. E os jovens de até 25 anos pensam diretamente o contrário.. São Paulo tem poder de salvar o Brasil inteiro (crava essa hipérbole), mas para isso terá que decidir deixar o bolor rancoroso e elitista para trás.

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    1. Hahahahaha! O povo que tem o Rio Tietê como cartão postal não tem SOLUÇÃO PARA NADA.

      Tanto é que Maluf "ROUBA MAS FAZ" pode.

      Lula não!

      É um bando de REACIONÁRIO que detestam ter de pagar direitos trabalhistas para as SERVIÇAIS!

      Por isso bateram panela. A "ELITE" DO ATRASO indeed.

      GENTALHA.

      De Danusa Leão para pior.

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    2. Sem falar nas bostas de cachorro nas calçadas do "lindos" e "sofisticados" "Jardins".

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    3. E no alto de suas hubris "cristãs" vem falar que preto favelado são PORCOS!!

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    4. O mais engraçado de São Paulo é o provincianismo; coisa que talvez seja a uma megalópole do mundo a ter (nenhum nova-iorquino fica falando mal de gente de outras cidades, até porque o que menos tem em NY é nova-iorquino). Tem gente do Rio em São Paulo e muito bem. Orgulhem-se da sua diversidade, sem assumir que todos trabalhando em São Paulo São paulistanos. Porque não são. Quem construiu SP em boa parte não veio de SP. Beijos

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    5. São Paulo é a cidade global mais provinciana e banal do planeta. Nunca vai ter 5% do lastro histórico cultural do Rio. Serão sempre os caipiras emergentes cafonas do Brasil. Não à toa Paulo Francis dizia : se São Paulo deixar de existir, ninguém no mundo iria notar. Não deve ser fácil um estado superpuloso de quase 50 milhões ser OFUSCADO por um estado minúsculo de 15 milhões. A propósito Bolsonaro é PAULISTA. Não tem nada a ver com a vibe carioca. No Rio seu eleitorado durante décadas foi restrito aos milicos e seus familiares, até que o CQC paulista numa série de entrevistas sensacionalistas feitas em SP lhe deu notoriedade nacional.

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  4. Adorei a reportagem. Tony, como um “socialista” como vc, vê a matéria?

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    1. A matéria é bem-escrita e tem uma entrelinha DESSE TAMANHO.

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    2. Bote DESSE TAMANHO. Quase desisti, pois fui ali pra ler uma bobagem relaxante.

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    3. Kkkkk. Sabia que a resposta seria assim! Kkkkkkk

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    4. A "entrelinha" acaba nessa Parte: mCom o frio deste dezembro, os coletinhos de náilon seguem em alta..." a gente passa a reportagem um pouco se perguntando se é jocoso e irônico, a resposta vem nesse início de págrafo.

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  5. Transformaram gente séria e trabalhadora num tipo piorado de rei do camarote (este ao menos se divertia).

    No fim das contas, a revista emplacou um faria limer jocoso, pejorativo, no imaginário do leitor. Ah, as entrelinhas, sempre elas...

    Enfim, os já prestaram o seu desserviço inaugural, logo comprarão briga com outros grupos sociais relevantes e puxarão a sardinha pra gente que só importa dentro da escala de valores do esquerdismo bocó.

    R.I.P. jornalismo

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    1. Defu, gente que se informa pelo WhatsApp não está autorizada a definir o que é jornalismo.

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    2. Você daria um braço para estar nos grupos do zap de defu, amore. Fonte primária, saca?

      Tenha um bom final de semana.

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    3. Eu diria fonte com níveis educacionais pré-escolar.

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  6. A Vejinha é lamentável faz tempo. Parei de assinar quando colocou na capa aquele tiozinho filho da Luciana Gimenez. Fica inventando termos descolados e trata como exóticos os bairros que não fazem parte desse circuito frequentado por jornalistas. Óbvio que não vai durar.

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  7. Por isso só leio FSP (principalmente, Monica Bergamo), Veja, Isto É e O Globo (principalmente, Bernardo Melo Franco). Jornalismo isento, apartidário.

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  8. O que o caso Dreyfus e o Lula tem em comum? Bela análise do Jessé
    https://www.youtube.com/watch?v=pAlpSQRg3zs

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  9. meu amigo? é gay e de direita

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  10. Do que afinal as pessoas se resentem? De não ter um bom salário? Como se ser pobre, com menos instrução e menos chance fosse a glória da vida. Dada a oportunidade, qualquer um que critica esse estilo de vida (que é cafona, sim, mas desde quando ser pobre é melhor?) jogaria fora a camiseta "lula livre" e estaria todo serelepe de sapatênis lá no Cidade Jardim. Repito: qualquer um. A única diferença entre quem critica e quem é criticado aqui é a conta bancária.

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    1. É isso aí! O que importa é o SDS (saldo disponível para saque). Por isso que eu, gay e de direita, como vários amigos e amigas gays , estamos nos lixando para discurso mimizento de “socialista”. Estamos ganhando dinheiro e esperando o Bovespa nos 120.000 pontos. É a economia estúpido!!!!! Enquanto isso.... deixa pra lá..... kkkkkkkkkkkkk

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    2. Eu critiquei e RACHEI FORA.

      VOU SEMPRE CRITICAR!

      É UM POVO M-E-D-O-N-H-O!

      C-A-F-O-N-A.

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    3. Procura um psiquiatra bom. Mas custa caro....os remédios também são caros.

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    4. "Maluf ROUBA mas FAZ!"

      https://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/conheca-rios-poluidos-mundo/

      C-A-F-O-N-A-S CORRUPTOS DE M-E-R-D-A!!!

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    5. Manda seu nome completo e CPF. Compro, sem problema, um one way ticket to La Habana! Não há na primeira classe para lá. Mas garanto gru-mia-hav business. Tem visto dos USA? Se não, posso te mandar via Panamá. Só escolher.

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    6. Saldo disponível para saque? Essa cacura ainda ainda com dinheiro em espécie? Ahaha...

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    7. Discordo, 16h19. Ganho mais do que o citado na reportagem e sigo achando tudo muito cafona.

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    8. Onde está escrito que a pessoa anda com dinheiro em espécie??? Tadinho, não sabe ler...

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    9. Ué querido...o que move o mundo é o crédito, não o débito. Acorda, bicha.

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  11. Resumo em uma palavra: CA FO NAS!

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