sábado, 12 de outubro de 2019

A PREGAÇÃO DE MOUHAMED

De vez em quando o teatro brasileiro pare um enorme sucesso de bilheteria, que fica décadas em cartaz. É o caso de "Trair e Coçar... É Só Começar", que é encenada ininterruptamente desde 1986, e parece ser o caminho de "A História de Nós 2", que estreou em 2009. Ontem eu finalmente assisti à peça de Lícia Manzo, que sempre teve Alexandra Richter como uma de suas protagonistas. Acabei indo ver justamente o primeiro dia de Mouhamed Harfouch no papel de metade de uma relação, que a plateia acompanha do namoro ao divórcio ao... Eu já o conhecia da televisão, achava-o bom ator, mas Mouhamed é mais do que isso: é um astro, pleno de carisma e domínio de cena. Carioquíssimo apesar do nome árabe (e, pensando bem, não há "apesar" nisso), ele tem imediata cumplicidade com sua parceira e com o público. O texto, leve e profundo ao mesmo tempo, é comercial sem ser apelativo, e os dois dão um baile. Vai ficar mais uns cem anos em cartaz. Mas não sei se com Mouhamed: ele já está pronto para voos ainda maiores.

7 comentários:

  1. O nome dele se escreve Mouhamed.

    ResponderExcluir
  2. o sorriso dele ...bambeia.
    tenho um pequeno buttplug que seria companhia perfeita pra ver o espetáculo.

    ResponderExcluir
  3. Nao dao muitas oportunidades na Globo pq nao é tao bonito.

    ResponderExcluir
  4. Me parece que ele é sobrinho do Ali Jamel, diretor de jornalismo da Globo

    ResponderExcluir
  5. E pensar que eu perdi ele na montagem de "Ou Tudo Ou Nada" (The Full Monty)

    ResponderExcluir