sábado, 21 de setembro de 2019

O JAPÃO NO UZBEQUISTÃO


De todas as grandes cinematografias do mundo, a que eu menos conheço é a japonesa. Não é por falta de oportunidade: uns dez filmes de lá estreiam todo ano em São Paulo, mas eu tenho uma certa preguicinha. Geralmente são dramas pequeninos, sem grandes delírios visuais nem emoções arrebatadoras. Nem o premiadíssimo "Assunto de Família" conseguiu me arrepiar. Mas "O Fim da Viagem, o Começo de Tudo" me atraiu para o cinema, apesar do título irritante. Por causa de seu cenário: o Uzbequistão, o misterioso país da Ásia Central que foi república soviética e hoje é uma ex-ditadura tentando se abrir para o mundo A protagonista Yoko é a apresentadora de um programa tipo "Globo Repórter", mas ainda lhe faltam algumas décadas de experiência para ter o charme e o veneno de uma Gloria Maria. Ingênua, medrosa e sem carisma, ela tem uma espécie de epifania no meio de tanta mesquita e tanta montanha. Que bom para ela, porque eu não tive. Gostei muito de ver as paisagens uzbeques e de fato não me aborreci, mas não consegui uma conexão emocional com o filme. Acho que vou continuar evitando o cinema japonês.

8 comentários:

  1. Segundo a reportagem no link que você dá, o rapaz foi prezo no Cazaquistão e não no Uzbequistão (onde se passa o filme segundo sua nota). Não que esses dois paises sejam muito diferentes, ou alguém se importe com isso. É só para constar...
    PS: Exceto algumas animações, acho o cinema japonês meio confuso.

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    1. Eu escrevi errado e percebi que estava errado logo depois de publicar. Aí corrigi e, antes que publicasse de novo, fui fazer outra coisa, Voltei agora, vi seu comentário e percebi que a correção estava lá, aberta na minha tela e ainda não publicada. Olôco.

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    2. Hey Tony é lindo e admirável o seu zêlo para com o blog. Só fico tristinho quando vc dá aquelas derrapadas políticas.
      G-

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    3. As norma listas do blog já não são as mesmas saí prezo com z macarrão com um r sabão com c e elas não estrebucham mais. Bando de escrotas, ninguém sabe suas verdadeiras intenções senão defender Bolsonaro com z de cu.

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  2. O Mio Babbino Caro
    É porque você não pegou o auge dos Cines Niterói e Jóia aqui na Liberdade em São Paulo.

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  3. O Mio Babbino Caro
    Tony não se junte ao silêncio dos bandidos da nação que vem tanto horror em um beijo entre super heróis num HQ e se omitem diante do fuzilamento de uma criança de 8 anos a saber:
    Moro
    Malafaia
    Crivella
    Feliciano
    Witzel
    BOLSONARO E SUA PROLE DOENTE SIM

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