segunda-feira, 23 de setembro de 2019

BRANCA DE NEVE E OS SETE AMANTES

O que será que faz com que "Branca de Neve e os Sete Anões" mereça tantos filmes voltados para adultos? Na última década, houve pelo menos quatro, sempre com grandes atrizes no papel da rainha-má: "Branca de Neve e o Caçador" (com Charlize Theron), "Espelho, Espelho Meu" (com Julia Roberts), o espanhol "Blancanieves", mudo e em preto-e-branco (com Maribel Verdú) e agora o francês "Branca como a Neve", com a divina Isabelle Huppert. De todos, este é o mais feminista, até porque é o único dirigido por uma mulher, Anne Fontaine. A história se passa na deslumbrante região de Grenoble, no sudeste da França, com algumas cenas no Santuário de Nossa Senhora da Salette - um avatar de Maria muito popular no começo do século 19, depois ultrapassado por suas rivais de Lourdes e Fátima. Mas a protagonista não tem nada de santa. Claire (Lou de Laâge) é uma moça empoderada, e transa com quase todos os sete homens que a acolhem em sua fuga. Nenhum deles é anão, e também não há um príncipe encantado. As ideias são ótimas, mas... o filme podia ser mais engraçado.

2 comentários:

  1. Praha ... cidadezinha meia chata com seus habitantes escrotos!
    Deveriam ser enxotados fora da UE!!!! Junto com a Hungria!!!!

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  2. O cine porno internacional faz muitos filmes com o tema Branca de Neve.

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