quinta-feira, 9 de maio de 2019

A MADONA GAY

Não, não aquela. Essa outra: a Madona Negra, ou Nossa Senhora de Częstochowa, padroeira da Polônia. A ativista LGBT Elżbieta Podleśna passou duas semanas presa por causa desse poster aí ao lado, que enfeita os halos da Virgem e seu filho com as cores do arco-íris. Segundo as autoridades, ela profanou uma imagem religiosa; para mim, ela a embelezou e a ressignigficou. A Polônia, assim como a vizinha Hungria, vive um acelerado processo de desdemocratização, depois que um partido de extrema-direita chegou ao poder. Tanto lá como aqui, esses neofascistas não são unanimidade. Os setores mais modernos da sociedade vêm entrando em atrito constante com os hômi, sem falar na União Europeia. Nos próximos dias, o chanceler-que-zurra Ernesto Araújo visitará esses dois países, com quem o Brasil tem poucas afinidades culturais ou econômicas. O que será que ele vai fazer por lá, hein?

6 comentários:

  1. "O que será que ele vai fazer por lá, hein?"
    Asneira. Lógico.

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  2. resgatando: bicha, a senhora eh dextruidora mesmo viu, viado!

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  3. Gente, será que dá liga a extrema direita cabocla da América Latina com a extrema direita ariana européia?
    Se bem que, são tudo escroto mesmo, né? Rsrs

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    1. As Olavetes amam a Polônia e a Hungria. Juram que aquilo é modelo de civilização para o ocidente.

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    2. Mas a extrema direita cabocla latina se vê como Ariana Europeia por mais cômico que isso possa parecer mesmo com seus nomes e sobre nomes kkkk

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  4. Esse chanceler é figurativo, né? O 01 e o “Augusto” Mourão fazem mais trabalho diplomático do que ele.

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