sexta-feira, 29 de março de 2019

YOU CAN RING MY BELL

Vi "Gloria" há mais de cinco anos e achei legalzinho, mas não entendi porque o filme estava recebendo críticas tão boas. Hoje vi o remake americano e ta-rá! Gostei bem mais. Talvez por causa de Julianne Moore? Paulina Garcia, a atriz do original chileno, é uma baita atriz, mas não é uma estrela de cinema. Julianne é, e isto às vezes até atrapalha na construção de uma personagem que é para ser uma mulher comum. Uma cinquentona divorciada e ainda cheia de vida, com filhos crescidos e doida para arrumar companhia. Que ela arruma em boates onde só toca disco music, a trilha sonora de sua juventude. A história é a mesma e quase que todos os planos são iguaizinhos. Vai ver que foi o diretor Sebastián Lelio quem amadureceu, depois de ganhar o Oscar de melhor filme estrangeiro no ano passado por "A Mulher Fantástica". Ou vai ver que fui eu que amadureci.

3 comentários:

  1. Voltei para resenha antiga, e o que mais me chamou atenção foi a galera dizendo que cabia uma versão gay... Tive a mesma impressão esta semana com o clássico do Domingos Oliveira, Todas as Mulheres do Mundo.
    Que curioso e reconfortante acharmos que nossos dramas não diferem dos héteros.

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  2. Off topic sobre o seu texto no F5: O somatório das "n" plataformas de streaming AINDA custa em torno de R$ 120. Isso é para atrair o público da TV a cabo. Quando essa morrer, com certeza, o streaming vai custar bem mais caro do que é hoje. É a mesma conversa de que o preço das passagens aéreas ficaria mais barato após a franquia de despacho de bagagem ser eliminada. Ele ficou mais baixo por uns 2 minutos...

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