sábado, 12 de janeiro de 2019

FILA INDIANA


"O Livro da Selva" não envelheceu bem. Rudyard Kipling é visto hoje como racista e colonialista. Pelo menos o Mogli é indiano: menos polêmico que o branco Tarzan, que consegue habilidades maiores que as dos nativos negros. De qualquer forma, a história do garoto criado por lobos continua rendendo novas versões. Três anos atrás, a Disney lançou a versão aparentemente "live action" do longa em animação dos anos 60, que faturou o oscar de efeitos especiais. Agora a fila andou: "Mogli - Entre dois Mundos" está disponível na Netflix desde meados de dezembro. Uma outra visão da história, sem musiquinhas e bem mais pesada que a disneyana. Morre até um personagem fofinho, que não aparecia no desenho animado. Mas, apesar dos bichos falantes, gostei bastante desse suposto realismo. Não atrapalha o fato das feras terem as vozes de Cate Blanchett, Benedict Cumberbatch ou Christian Bale. Também não me incomodou o grande número de moscas em cena, ou os ferimentos expostos: os bichos na natureza são assim. Palmas para Andy Serkis, o ator que se especializou em encarnar criaturas pelo sistema "motion capture". Já estava na hora dele levar um Oscar honorário.

5 comentários:

  1. Colonialismo é a situação do Brasil e nosso petróleo sendo ROUBADO

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  2. Olha esse país impressiona! A gente não tem futuro

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  3. 16:24 Agora Inês é morta!
    G-

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  4. Sejamos sinceros estamos bem mais físicos que a Venezuela.

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    Respostas
    1. Físicos? Se você quis dizer fracos: não, não estamos. Nem perto.

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