quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

WILL & GRACE À BRASILEIRA

Gostei mais de "Os Homens São de Marte e É Para Lá Que Eu Vou" no teatro do que no cinema. Sozinha no palco, Monica Martelli conseguia traduzir perfeitamente a busca de sua alter ego Fernanda por um sujeito que preste. Na tela, mesmo com muitos outros atores e  locações espetaculares, o resultado ficou a desejar. Mas a bilheteria foi boa e a continuação, inevitável. "Minha Vida em Marte" começa oito anos depois do primeiro filme, com a personagem em crise no casamento. Só que suas agruras conjugais nem são o principal dessa sequência. Como se vê no trailer acima, o novo longa é vendido como uma buddy comedy: dois amigos atrapalhados que se metem nas mais loucas confusões. E esse amigo é Aníbal, que já tinha aparecido antes, mas agora assume ares de coprotagonista. Paulo Gustavo faz o mesmo de sempre - mas, bem dosado como aqui, arranca mais risos do que suspiros de enfado. Ele e Monica têm uma química palpável, fazendo de "Minha Vida em Marte" uma versão tupiniquim da fórmula de "Will & Grace": uma dupla de sexos opostos que se ama loucamente, mas não pode consumar este amor porque compartilha das mesmas preferências na cama, O filme flui leve e gostoso, com algumas cenas desnecessárias (a viagem a Nova York só enche um pouco os olhos, mais nada), mas zero de barriga. O próximo passo também me parece óbvio: uma série para a televisão.

7 comentários:

  1. Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

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  2. O Mio Babbino Caro
    Que horror!!!!!

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  3. A série já tem 3 temporadas no GNT, não?

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    Respostas
    1. "Os Homens São de Marte"? Sim.

      Mas agora tinha que ter uma com Monica e Paulo Gustavo.

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  4. Cruzes!!!! Pior só colocando o resto do Saia Justa. Aí é para fazer um coquetel de sicuta, heroína na medula e um tiro de bazuca no céu da boca!

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  5. Eu gostei da série. Agora do primeiro filme não. Esse segundo também não me pareceu lá essas coisas, apesar da presença do Paulo Gustavo.

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