segunda-feira, 25 de junho de 2018

RACHEL, RACHEL


O diretor chileno Sebastián Lelio está construindo uma obra interessante, em que a sexualidade feminina é o tema central. Seu primeiro filme que chegou por aqui foi "Gloria", sobre uma mulher de meia-idade que se redescobre assanhada. Em março ele faturou o Oscar de filme em língua estrangeira com as agruras de uma trans em "Uma Mulher Fantástica". Poucos meses deposito prêmio, Lelio está de volta com seu primeiro trabalho em inglês, "Desobediência", que se passa no fechado mundo do judaísmo ortodoxo. Rachel Weisz faz uma fotógrafa que volta para casa depois de anos, para o funeral do pai rabino. Lá ela descobre que não só foi apagada da história dele como que a amiga de infância, com quem treinava beijos, ainda a ama de loucura. Outra Rachel, a McAdams, está ótima como essa esposa devota que resolve se libertar. Sem o pudor de aparecer sem maquiagem ou de protagonizar uma ousada cena de sexo, ela está à altura da colega, linda e misteriosa como sempre. Mas também senti um certo desapontamento no final, como nos outros filmes de Lelio. As premissas sempre parecem mais interessantes do que o resultado na tela. Vamos ver como ele se sai no remake americano de "Gloria", com Julianne Moore no papel principal.

10 comentários:

  1. O Mio Babbino Caro
    Descobri que Alzheimer "dá" oportunidade de ser "assanhada" a quem toda vida se segurou...

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  2. Adrianavieiradecarvalho8@gmail.com26 de junho de 2018 01:49

    Ou saco cheio dos homens. ....

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  3. Adrianavieiradecarvalho8@gmail.com26 de junho de 2018 01:49

    Ou saco cheio dos homens. ...

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  4. Adrianavieiradecarvalho8@gmail.com26 de junho de 2018 01:51

    Pode desilusão.

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  5. Fico me perguntando: o que faz um homem “ser homem”? Tipo mais, ou menos? Nunca matei essa charada. Os caras que se acham mais homens, claramente tem problema com sua própria masculinidade. Fico confuso haha

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    1. "o que faz um homem “ser homem”?", falou o gay empoderado das 10:18. Esse aí deve ser um tipo esquisito, cheio de trejeitos e especializado em quebrar louça.

      Homem com H: espécie rara, preciosa e cada vez mais exclusiva. Quem tiver o seu que dedique os carinhos, afagos e mimos necessários para não perdê-lo.

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    2. É só não ser gay. Já foi comprovado cientificamente que quem é gay é menos homem. Para a biologia isso significa que esse ser é um indivíduo incapaz de proteger a sua fêmea e consequentemente a sua prole. Por isso os machos gays naturalmente não procuram fêmeas e, ao contrário, tentam emular o comportamento delas e procuram o afeto e proteção de outro macho. Isso, como diria o profeta Levi Fidelix, é antinatural. Por isso os machos gays são tão recalcados, arrogantes e amargos.

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    3. Foi "comprovado cientificamente"? Onde? Cite a fonte, por favor. E não vale nenhuma instituição ligadas aos evangélicos e/ou a extrema direita.

      Gays e lésbicas tanto protegem suas proles que são inúmeros os casos de bons pais LGBT, que adotaram crianças ou tiveram filhos biológicos.

      E quem fala "profeta Levi Fidelix" está pedindo para não ser levado a sério... Ah, claro, entendi, este é o seu caso. Hahahaha, muito divertido.

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  6. Não vejo a hora de ver as cenas quentes das duas gostosas!

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  7. Que a Weisz é uma puta atriz eu já sabia, mas a McAdams foi uma surpresa, atuação da carreira dela. Amei o filme, e achei o final mais satisfatório que o dos longas anteriores dele (principalmente se for comparar com o final do livro homônimo em que é baseado). De fato, ele sabe filmar o universo feminino.

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