quarta-feira, 9 de maio de 2018

JUNTINHOS EM LISBOA

Esqueci de mencionar no post anterior sobre o Eurovision que a canção-candidata da Irlanda se classificou para a final, provavelmente por causa dos dois moçoilos que fazem uma dança interpretativa que pouco tem a ver com a letra.
O sucesso do vídeo foi tamanho que lá estavam os rapazes ontem, no palco, ajudando Ryan O'Shaughnessy a superar a mediocridade de sua musiquinha. E não é que, ao contrário do esperado, a TV russa exibiu este número na íntegra?

6 comentários:

  1. Os russos intepretaram que são só dois amigos próximos...

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  2. Legal suas duas últimas colunas da Folha!

    Uma pena que os próprios autores e atores não estejam interessados em tramas singulares/originais para personagens gays e negros.

    Não me esqueço da Helena de Tais Araújo, que foi massacrada quando interpretou o papel, a única vez que vi um personagem negro no Brasil não ter como pauta o racismo sofrido, mas o pior é que a própria atriz pareceu não curtir muito a personagem. Ah, lembrei também daquela família negra de A Próxima Vítima, que também não foi retratada por esse único prisma.

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  3. Aliás, Caetano Veloso vai cantar com o sobral na final, confere?

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  4. O Mio Babbino Caro
    Você vai baixar outro post logo ou é melhor eu tomar ansiolíticos???

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  5. Tony Goes, dizer que a novela foi uma "ruína" quando todos os índices apontam para uma audiência significativa, é ser "Caolho". A novela inovou sim, e foi merecedora do agrado do espectador, pois ao lado das cenas "inusitadas" (que divertem o espectador, como acontece em um jogo de erros de uma revista), houve criatividade de sobra. A mina das esmeraldas. O elenco de atores veteranos que deram show de interpretação.Vou falar dos personagens,não de seus nomes: Nadia, Mercedes, Caetana, Josafá, o Juiz,a mãe do Samuel, sempre impecáveis em seus desempenhos.
    A ala jovem, muito bonita, alguns trabalhando melhor do que outros, não podem deixar o autor responsável por suas atuações.
    Todos tiveram seu momento de destaque, e isso foi generoso por parte do autor e do seu script.
    A estonteante, nova, maravilhosa, paisagem do Tocantins, de tirar o fôlego, somente esta escolha, já mereceria um prêmio para a novela.
    Também gostei dos "pequenos" detalhes, como gente que come de verdade, bebe durante o bate papo, come bolo na casa da roça de Mercedes.Idosos com atração sexual, como a cruel Sophia que se alucinou pelo maravilhoso Mariano.
    Adorei o "colorido" do santuário de Mercedes e o respeito que ela incutia em todos que a cercavam.
    Enfim, mesmo vendo sérios problemas, como a Clara sair de um caixão de madeira em mar revolto, e outros mais, é uma obra de ficção, com licença e liberdade para inovar, acho muito interessante os críticos não se conformarem com a Adnéia (outra excelente representação) não aceitar o homossexualismo como normal. Há centenas, milhares, de pessoas que não aceitam. Exigir que o personagem "se desculpe" pelo menos no final, reconhecendo que ser gay não é doença, isso sim é forçar a barra. Cada um tem direito de pensar o que quiser, não acham?
    Estou falando da sua crítica de hoje 12 de maio 2018 sobre o final da novela O Outro Lado do Paraíso.

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