terça-feira, 15 de maio de 2018

GUARANTEED TO BLOW YOUR MIND

Acaba de sair o primeiro trailer de "Bohemian Rhapsody", a cinebiografia autorizada de Freddie Mercury. O filme teve uma produção para lá de acidentada, que se arrastou por anos. Primeiro era Johnny Depp quem ia fazer o papel de Freddie, depois Sacha Baron-Cohen, depois Ben Whishaw e, finalmente, Rami Malek. Em comum com Faroukh Bulsara, o astro de "Mr. Robot" tem ascendência no Oriente Médio: um era de origem persa, o outro, de egípcia. Mas só vendo as primeiras imagens do filme eu me convenci de que a escalação foi acertada. As filmagens ainda foram afetadas pela demissão do diretor Bryan Singer, envolvido em casos de assédio sexual. E tem ainda um complicador: Brian May e Roger Taylor, que controlam os direitos do Queen, exigiram que o longa tivesse um final feliz. Pois é. A história agora acaba no Live Aid de 1985, seis anos antes da morte de Freddie. O mote é que ele teria descoberto naquela época que estava com AIDS, e que mesmo assim foi em frente. The show must go on! (embora, pelo que eu lembro, ele só soube que estava doente em 1987). De qualquer forma que o vento sopre, eu acompanhei em tempo real todos os desdobramentos da carreira da minha banda favorita de todos os tempos. Mesmo sabendo que essa é uma obra chapa-branca, tremo em pensar que lá pelo final do ano eu vou ver na tela a trajetória (ou parte dela) do maior dos meus ídolos. Dynamite with a laser beam!

10 comentários:

  1. O meu esposo adora essa banda. Com toda certeza vai me arrastar para ver esse filme pelo menos umas 20 vezes...

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  2. O Mio Babbino Caro
    Dois momentos que um artista mudou o clima da cidade em São Paulo:
    Queen 1981
    Michael Jackson 1993
    Dava pra sentir no ar o fenômeno.

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    1. Madonna, mais ainda, do Michael também em 1993.

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  3. A realidade mostrando que essa temática não cola mais.

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  4. Freddie Mercury não tinha frescura, era um gay raiz.

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  5. Pois eu só fiquei loka rs , em Sampa, em duas oportunidades: com os Menudos, em frente ao Hotel Hilton. E com Stephanny Absoluta, na The Week...Me recuperei. Acho....rsrsrs

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  6. Vão contar que em casa ele gostava de ser chamado de Melina?

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  7. Um cara como F.M. merece um filme à altura, tomara que não seja mais um daqueles melodramas adaptados às audiências modernas em que eles tiram tudo de humano do personagem e o transformam em herói ou vilão, de acordo com o bel-prazer da moda.

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