domingo, 29 de abril de 2018

JOGO VORAZ


Joguei um pouco de Pac-Man nos anos 80 e pronto. A isto se resume toda a minha experiência no mundo dos games. Talvez por isto eu não tenha me divertido tanto em "Jogador No. 1": o novo filme de Steven Spielberg (que eu só vi agora, depois dele estar há um mês em cartaz) estea cheio de referências a jogos que eu nunca ouvi falar. Pelo menos na outra ponta eu me garanto: o longa também se refestela nas citações da cultura pop, especialmente às dos anos 80. A-ha, Batman, Michael Jackson, Chucky, King Kong, todos aparecem em momentos chave da trama, alguns tão rápido que mal dá tempo de perceber. Por falar nisto, que trama? Em um futuro distópico, um garoto nerd disputa com uma corporação malvada a vitória em um universo virtual. O primeiro que encontrar as misteriosas três chaves assumirá o controle do lugar. Se soa bobo e confuso, é porque é mesmo. "Jogador No. 1" tem zero profunidade: é um desenho animado, um longo efeito especial, um ataque sensorial e mais nada. E podia perder uma meia hora.

9 comentários:

  1. Sempre gostei de vídeo games, tive do Nintendinho ao PlayStation 4. Agora, esse filme não me encantou também não. Realmente é só um amontoado de referencias e feitos especiais para se ver no 3D.

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  2. Será q só eu me diverti nesse filme?? Hehe
    Mas, a sua crítica tá perfeita, Tony.
    O filme é mesmo uma bobagem...

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    1. Eu me diverti com esse filme. Só não é algo que assistiria de novo (pagando no cinema).

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  3. Tipo um Tron piorado? Surfando na onda na nostalgia daqueles que não viveram tais momentos?

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  4. Agora só falta tu assistir Vingadores: Guerra Infinita e fazer a crítica aqui!

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    1. Ih. Quanto preconceito... Parecem aquelas pessoas que não gostam de Game of Thrones só pelo fatonde ser modinha. Pelo dinheiro que esses filmes de heróis rendem, acho quenainda devem continuar em alta por um bom tempo.

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    2. Nunca gostei de GoT. É muita mulher pelada para o meu gosto.

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  5. Na boa, os video games evoluiram e se diversificaram tanto que tem de todos os tipos, inclusive uns que são mais pra assistir do que jogar e você meio que só escolhe o desenrolar da história. Como roteirista famoso que você é, não deixa de ser importante conhecer um pouco mais dessa linguagem já que você pode ser convidado para escrever algum roteiro de game.

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