sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

VOAR, VOAR, SUBIR, SUBIR


Uns dez anos atrás, "Lady Bird - a Hora de Voar" talvez fosse muito elogiado, mas dificlmente chegaria entre os favoritos ao Oscar. Só que o clima cultural mudou e agora a mulherada consegue emplacar um filme que fala quase que só para elas. Os homens vão gostar - eu me diverti muito - mas duvido que muitos achem que a experiência é transcendental (na sessão a que eu fui, tinha moças chorando no final). "Lady Bird" mostra o último ano no ensino médio de uma garota que mora em Sacramento, a capital da Califórnia, pouco melhor que uma cidadezinha do interior. Saoirse Ronan está tão bem como a maluquete que adota um nome estranho e se acha mais cool que a humanidade que eu até fiquei na dúvida se sua pele ruim era real ou maquiagem. Seus namorados complicados são apenas Lucas Hedges, que parece meu marido quando jovem, e Timothée Chalamet, que parece meu futuro marido. Mas quem rouba todas as cneas em que aparece é a veterana Laurie Metclaf, que fez carreira no teatro e na TV mas relativamente pouco cinema. Ela faz a mãe da protagonista, e a relação entre as duas é o verdadeiro coração da história. Com roteiro cheio de boas piadas, rimto ágil e apenas 90 minutos de duração, "Lady Bird" é uma "Sessão da Tarde" que deu suuuper certo. Mas quem tiver cromossomos XY não deve se empolgar muito.

19 comentários:

  1. Pena que só vai estrear depois do carnaval, se não aproveitava o feriado para dar uma olhada.

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  2. Exato, Tony.
    Gostei mas não amei.
    O filme não decola.

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    1. Jamais decolaria, Bruno. Daí ser um filme para mulheres.

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    1. Sim, meu amoooor das 3:29, XY (macho), diferente do XX (fêmea). O resto é fantasia, ou mera empulhação. Seu delírio jamais revogará a realidade objetiva. O choro é livre.

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    2. Olha Tony, esse é um comentário preconceituoso,quem sabe ler nas entrelinhas e sabe que seu blog é visitado por Bolsominions gays consegue ler que esse comentário das 09:11 está dizendo que transexualidade e alguem nascer homem nascer no corpo de mulher (e vice versa) não existe (como ele diz no comentário "é fantasia"). Cuidado!
      Nick

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    3. Você foi mais rápido do que eu, Nick. Eu ia comentar mesmo que sim, existe homem e mulher, mas também existe um monte de variações entre um e outro, inclusive ao nível dos cromossomos. Isto não é política de identidade de gênero: é ciência mesmo. Mas bolsominions não gostam de estudar.

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    4. O "bolsominion" das 9:11 está bem mais próximo da realidade objetiva. A Associação de Pediatras dos EUA concorda com ele, e a tal "ciência" que ratifica a tese da sexualidade como "construção social" não passa de teoria crítica criada por propagandistas da esquerda radical, JÁ FALSEADA por inúmeras áreas da ciência séria. Para tirar meu queridos colegas do obscurantismo, recomendo o fundamental documentário "O PARADOXO DA IGUALDADE", na esperança de que a desinformação reinante seja superada. Um beijo a todos!

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    5. Bom, em um site voltado para o publico gay, um gay de direita postou um monte de páginas p eu ler e eu li todas e rebati. Entre elas estava esse documentário, que foi o ultimo link sugerido e como estava cansado não vi todo documentário. Mas do que vi esse documentário mostra que na Noruega, onde há uma igualdade de gênero maior comparando vários países, demonstra que o gênero é algo com que nascemos e não uma construção social como alegam certas pessoas(mas isso não quer dizer que não existem pessoas trans, que nascem biologicamente em um sexo pertencendo ao nível mental em outro). Além do mais esse documentário prova que os de direita so estão brigando sem motivo, pois se o gênero não é uma construção social, como alega alguns, ter uma escola que debata o tema, tenha banheiro para trans e etc.não vai transformar quem não é trans, travesti ou gender-fluid em uma dessas pessoas que citei.
      Nick

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    6. Continuando. .. o documentário chama paradoxo da igualdade e pelo pouco que assisti e isso o que ocorre na noruega: sendo um país igualitário em relação ao gênero mesmo assim algumas profissões são escolhidas mais por um gênero do que pelo outro (exemplos do documentaRio e construção civil- homens e enfermagem -mulheres). Ou seja nao existe ideologia de genero , esse termo foi inventado por conservadores pra bloquera uma maior igualdadr de genero.E perguntar pra um norueguês se mesmo a igualdade de gênero lá sendo um paradoxo, se eles querem que a política de igualdade pare! Nick

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    7. Odeio carnaval, não viajei então fui ver o tal documentário. Muito bom! Acho que o Nick deveria rever com mais atenção, pois fica bem evidente a conclusão de todos os cientistas: meninos e meninas são diferentes desde os primeiros momentos da vida, e isso se opõe aos cientistas sociais noruegueses que defendem claramente que o sexo e as escolhas profissionais são socialmente construídas (daí o termo "ideologia de gênero"). O documentário atesta, sim, a observação lá do segundo anônimo (xy=macho e xx=fêmea). A "igualdade" do título é sobre oportunidades nas mesmas bases para homens e mulheres, que escolhem profissões diferentes e de acordo com suas características sexuais, pois o salário é praticamente o mesmo, independente da área escolhida. Nick enrolou (e se enrolou) para não dar o braço a torcer. Fábio

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    8. Essas turminhas são assim mesmo. Qd estão erradas e sem argumentos, chamam de preconceituoso, machista, fascista, racista e até de homofóbico. Sempre querem ganhar no tapetão.

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    9. Ao Fábio, comentarista das 00:39. Você se considera um gay "perceptível". As pessoas conseguem saber que você é gay (estou falando que vc é gay, mas não sei se é) somente te olhando? Bom se vc disser que não ,assista esse episódio da mesma série:http://www.dailymotion.com/video/xp0xfd, com esse vc concorda também?
      Nick

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  4. Nossa, eu devo ser mais gay do que eu imagino então. Achei Lady Bird o melhor dos filmes concorrendo ao oscar. Simples como o cinema deve ser.

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  5. "Só que o clima cultural mudou e agora a mulherada consegue emplacar um filme que fala quase que só para elas."
    Que bom então. Afinal quantos filmes medíocres que só por exaltarem a masculinidade, e de forma bem fútil e tosca, não foram indicados ao Oscar, e até venceram, porque eram feitos só para testosteronas.

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    1. A questã não é exaltar algo, mas fazer um filme, contar uma história boboca que não merecia nem uma notinha de rodapé, quanto mais estar em prêmio de melhores do cinema.
      Não é do que se trata ou de quem se trata, mas da porcaria de trabalho.

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  6. Os homens vão gostar.
    Gays vc quer dizer.
    A heterozada vai passar longe dessa bobagem que só feminazi desmiolada vai amar.

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  7. O Mio Babbono Caro
    O filme XXY é ótimo né.

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  8. Eu amei o filme.....

    Todo mundo já passou por algumas das situações do filme. Adorei a cena da larica e do primeiro porre também kkkk

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