sábado, 20 de janeiro de 2018

DEBATE QUE BATE-BATE

Em 30 de novembro do ano passado, participei de um debate promovido pelo Instituto Brasileiro da Diversidade chamado "Conciliação Cultural LGBTQ+Negra". Alguns momentos do encontro foram divulgados no YouTube desde então, mas só ontem foi postada a versão completa, com três horas de duração. Senti que a discussão pendeu mais para o lado negro do que para o gay, inclusive porque os primeiros eram maioria no palco e na plateia. E confesso que me surpreendi com a agressividade de alguns militantes: ué, a gente não estava ali para se conciliar? Enfim, tá aí para quem quiser conferir. Foi uma experiência interessante. Agora que perdi mais essa virgindade, que me venha logo o próximo debate.

8 comentários:

  1. Se a militância racialista é agressiva quando debatem com quem quer ajudar, imaginem quando precisa dialogar com um político da oposição. É um desastre total. Felizmente esse pessoal não representa a mim, minha família e meus amigos (sou preto). A maioria de nós discorda e não dá a mínima pra eles. Você deveria fazer o mesmo, Tony.

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    1. Quando for procurar o corpo de um dos seus no IML, sua ficha vai cair.

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  2. Não concordo com muita coisa do movimento negro. Muitos estufam o peito para usar a estatística do IBGE que diz que mais de 50% dos brasileiros são negros = pretos + pardos. Mas na hora de dividir o direitos sobre cotas, por exemplo, só os pretos aprovados pelas comissões recebem os benefícios. Há também as pérolas racistas que muitos militantes escrevem nas redes sociais: agressões horripilantes contra brancos. O pior de tudo é não reconhecerem que é muito pior nascer gay que negro, pois ao menos a família aceita x filhx jeito que elx é. Honestamente acho difícil essa conciliação emplacar.

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    1. 15:23 Quando acordar se me avisa morô.

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  3. Amo vc mas "debate" em que todos pensam igual é comício.

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  4. O Mio Babbino Caro
    Achei o Debate, Ousado e Corajoso, sendo assim entendi as colocações das questões mais com contundência do que agressividade. Dos oitos que compunham a mesa somente, Cida Bento não era LGBTQ.
    Parabéns!!!!

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  5. Parabéns, Tony! Ótima participação, ótimo trabalho.

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