sábado, 25 de fevereiro de 2017

UN DANGER POUR LE MONDE


É impossível acompanhar daqui do Brasil a entrega do César. A TV5, único canal francês do meu pacote de TV a cabo, não exibe a cerimônia, que tampouco é transmitida pelo YouTube. Só mais tarde é que fiquei sabendo dos resultados, alguns bem surpreendentes. Indicado em 11 categorias, "Elle" só ganhou duas: melhor filme e, claro, melhor atriz para Isabelle Huppert. O divino "Divines" venceu três (filme de estreia, revelação do ano, atriz coadjuvante), e o que é que você está fazendo aí que ainda não viu essa maravilha no Netflix? Já "Apenas o Fim do Mundo" deu melhor direção para Xavier Dolan, que já fez coisa melhor antes. Esse longa canadense ainda pegou melhor ator (Gaspard Ulliel) e melhor montagem, mas perdeu melhor filme estrangeiro para "Eu, Daniel Blake" (que também bateu o nosso "Aquarius"). Mas parece que o momento mais divertido da noite foi o discurso do homenageado George Clooney. O sr. Amal Alamuddin falou da importância do cinema neste delicado momento político, o que foi imeditamente tradzido por seu amigão Jean Dujardin como "Donald Trump é um perigo para o mundo". Vai dizer que não é?

Um comentário:

  1. E eu ainda ouvi uns boatos à época que o George tinha se casado para tentar carreira política. Será que isso ainda tem algum fundamento?

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