quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

MAJESTADE LESADA


É preciso ser um grande apreciador de pompa e circunstância para ter vontade de ver "A Morte de Luís XIV". É preciso ser masoquista para gostar do filme. São quase duas horas de uma lenta agonia, com uma única cena externa logo no começo e um único momento com música. O resto são closes fechados em percutes e olhares consternados, que nem a presença do majestoso Jean-Pierre Léaud consegue salvar. O diretor catalão Albert Serra tem fama de fazer filmes lentos, mas dessa vez o cara exagerou. "A Morte de Luís XIV" não tem nem um fiapo de trama e sequer serve como estudo dos costumes da corte do Rei-Sol, pois figurino e direção de arte estão errados. Nessa horas, faz falta uma guilhotina.

5 comentários:

  1. http://therealnews.com/t2/story:18243:Edward-Snowden%3A-%27National-Security%27-Really-Means-Protecting-the-Status-Quo

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  2. O Léaud era uma graça de menino, satisfatório quando jovem e ridicule como coroa.

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  3. Entrou em cartaz por aqui também ... mais, já do pensar já fico preguiçoso ...

    divinosdivos.blogspot.com.br

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  4. PreguiÇa...fala um ator francês gato ai

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  5. Prefiro ver o lindinho do George Bladgen tendo sonhos e dançãndo por Versalhes na série homônima.

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