segunda-feira, 4 de julho de 2016

LARANJA MADURA


O que falta para Dev Haynes ser saudado como um gênio da música pop, do mesmo nível que um Prince? Um hit global, para começar. Suas músicas fazem um certo sucesso, mas ainda não são cantaroladas no meio da rua. Ele também deveria mudar o nome com que assina seus discos, Blood Orange, que parece mais uma banda do que um artista solo. Mas esses detalhes não mudam o fato de que "Freetown Sound" já é um dos melhores lançamentos do ano. O álbum é quase todo relax, mas não dá para relaxar: algumas faixas acabam abruptamente, outras fluem para dentro das seguintes, sofrendo intervenções como estática ou falas. Haynes é negro, mas seu som não é obviamente negro. Ele também se define como não-hétero, o que até dá para perceber pelo clipe acima. Mas não hei de ser eu que irá categorizá-lo. Ouça "Freetown Sound" aqui e tire suas próprias conclusões.

4 comentários:

  1. Música new age, vai nunca estourar, o mercado vai categorizar, nem que seja de r&b só por ser negro, apesar de gay(eles odeiam gays no meio black lá).

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    1. O Obama é o maior exemplo!

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  2. O mio babbino caro
    Me tragam Willi Ninja!

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  3. ele é ruim. Sem identidade. tenta misturar 80´s com 2000´s e sexy old appeal! Talvez daqui ha alguns anos lance algo que nos surpreenda...por enquanto....zzzzzzzzzzzzzzzzzzz

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